Argentina inicia investigação contra ameaça de morte a Macri

Presidente argentino foi ameaçado de morte no Twitter

Argentina inicia investigação contra ameaça de morte a Mauricio Macri
Argentina inicia investigação contra ameaça de morte a Mauricio Macri (foto: ANSA)
12:39, 26 DezBUENOS AIRES ZAR

(ANSA) - O governo argentino anunciou que abriu uma investigação contra as ameaças de morte feitas ao presidente do país, Mauricio Macri, na última semana através das redes sociais.

Segundo a ministra da Segurança do país, Patricia Bullrich, que confirmou o início das investigações, a política oficial do governo sobre o caso é manter "uma clara ação penal a todos aqueles que usarem uma linguagem violenta para evitar a impunidade".

A ameaça contra Macri foi difundida na última quinta-feira (22) na conta @xLitleSado no Twitter em um vídeo no qual uma voz distorcida diz a seguinte mensagem: "senhor presidente, ninguém vai nos deter e, pelos seus crimes contra os argentinos, logo você irá morrer, viva Perón".

 

 

Além disso, o vídeo mostra a imagem de oito balas de grande calibre com a legenda "Macri, nós vamos te matar" escrita à mão em uma folha de papel.

"A mensagem é muito tétrica, de uma pessoa que disse que vai matar Macri pelo o que está fazendo" à população argentina, disse Bullrich, que afirmou que a conta no microblogue é "fictícia", mas que as pessoas que criam esses perfis "sempre deixam portas por onde pode-se investigar".

A ministra também explicou que em casos de ameaças como esse o processo se dá "sempre da mesma maneira". "Abrimos uma investigação e o resultado é que em quase todos os casos que são reportados durante o ano, processamos as pessoas. Nossa política é do 'não' à impunidade para que a violência não seja vista como algo cotidiano", afirmou a argentina.

Na última segunda-feira (19), um homem de 37 anos foi preso em uma residência no Mar del Plata por também ter ameaçado o presidente argentino e outros membros do governo de morte pelo Twitter. (ANSA)

Todos los Derechos Reservados. © Copyright ANSA