Pirelli reabre unidade na Bahia com capacidade reduzida

Indústria italiana também reabriu fábrica na Argentina

Com a reabertura das duas unidades, todas as fábricas da Pirelli na América do Sul retomaram as atividades
Com a reabertura das duas unidades, todas as fábricas da Pirelli na América do Sul retomaram as atividades (foto: ANSA)
14:27, 22 MaiSÃO PAULO ZGT

(ANSA) - A Pirelli informou nesta sexta-feira (22) que reabriu as unidades fabris de Feira de Santana, na Bahia, e de Merlo, na Argentina, com capacidade de produção reduzida.

Com isso, todas as fábricas da marca italiana voltam a funcionar após o fechamento por conta da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

De acordo com o comunicado, a Pirelli está tomando uma série de cuidados para proteger a saúde de seus funcionários e também da comunidade.

Entre as novas medidas adicionais de segurança, a empresa anunciou que fará uma campanha contínua de conscientização sobre a importância da higiene pessoal, a orientação e manutenção do distanciamento social "em todos os momentos" e o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) conforme os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde.

A Pirelli ainda fará uma "higienização rígida" de todas as dependências e a checagem da temperatura corporal dos funcionários na entrada das fábricas, bem como o aumento de fretados para o transporte dos colaboradores, com controle na quantidade de passageiros, e a limitação do número de pessoas que acessam simultaneamente o restaurante e as mesas de refeição.

"Tendo em vista a demanda atual de mercado, a capacidade produtiva está dimensionada se comparada aos níveis normais de produção. Somente funcionários essenciais para atender este volume de manufatura voltarão às atividades in loco neste momento. Os colaboradores da área administrativa continuarão em regime home office, assim como todos os que pertencem a um grupo de risco", diz ainda a empresa em comunicado.

Segundo a Pirelli, haverá uma monitoramento diário da situação da pandemia e novas medidas poderão ser anunciadas "se necessário". (ANSA)

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