Confira as 5 tecnologias que fracassaram em 2016

Algumas tendências foram "enterradas" pelo Vale do Silício

Apesar dos esforços da Apple para empurrar os novos fones do iPhone7 aos consumidores, as vendas do gadget já indicam uma possível decadência
Apesar dos esforços da Apple para empurrar os novos fones do iPhone7 aos consumidores, as vendas do gadget já indicam uma possível decadência (foto: Ansa)
19:29, 30 DezROMA ZLR

(ANSA) - Do aplicativo Vine aos polêmicos fones do iPhone 7, a revista especializada "MIT Technology Review" listou cinco tecnologias que o Vale do Silício "enterrou" em 2016.
Confira:

Vine

O app da rede social Twitter lançado em 2013 e que permitia a gravação de vídeos de até seis segundos alcançou seu ápice em 2014, mas em 2016 será encerrado de uma vez por todas.
Sua decadência é resultado da evolução em outros aplicativos de vídeos e fotos, como Snapchat e Instagram. Mas o que pesou realmente para o abandono do Vine, segundo a revista, foram os influenciadores digitais, que acabaram migrando para apps com mais funções.

Google Fiber

O serviço de banda larga com fibra ótica que oferecia até 1 GB/s de velocidade começou em algumas cidades dos EUA, em 2013, mas, em 2016, a multinacional decidiu não expandi-lo. A tecnologia, apesar de considerada "sem sentido" por muita gente, teve pontos positivos, como impulsionar a qualidade das operadoras.

Fones 'jack'

Apesar dos esforços da Apple para empurrar os novos fones do iPhone 7 aos consumidores, as vendas do gadget já indicam uma possível decadência. A atual geração do smartphone perdeu o conector de 3,5 milímetros e ganhou novos fones que se conectam por meio da saída da bateria. Também há dispositivos sem fio, usados via bluetooth. Apesar do desempenho fraco, a marca continua apostando que a tecnologia "com cada vez menos fios" está apenas começando. E tudo indica que a Samsung também lançará os fones "jacks".

Pebble

Primeira tentativa de um "relógio inteligente open source", o projeto recolheu US$ 10 milhões em 2013 em um crowdfunding e foi um dos pioneiros entre os aparelhos de pulso ligados à web. O gadget, que enfrentou a dura concorrência do Apple Watch, terá sua produção encerrada neste ano.

Projeto Ara 

Em setembro, a iniciativa do Google que visava a desenvolver uma série de celulares modulares chegou ao fim. O projeto tinha como objetivo criar uma plataforma aberta, onde o próprio consumidor poderia montar seu smartphone. Com um "esqueleto" básico, as outras peças poderiam ser encaixadas e trocadas, caso algum módulo chegasse ao fim de sua vida útil, como a bateria. A ideia era reduzir o desperdício eletrônico. (ANSA)

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