Marca de 6 mi de visitantes é bom começo, afirma Sala

Em seus dois meses, convidados importantes já visitaram a Expo

Giuseppe Sala se diz confiante com número de visitantes da Expo Milão 2015
Giuseppe Sala se diz confiante com número de visitantes da Expo Milão 2015 (foto: ANSA)
17:23, 03 JulROMA ZAR

(ANSA) - O comissário-único da Expo Milão 2015, Giuseppe Sala, confirmou que mais de 6 milhões de pessoas já visitaram a feira universal nos seus dois primeiros meses e disse que o número é um bom começo.
    Sala também comentou que está confiante de que a marca continuará crescendo e que acredita que o evento de seis meses de duração atrairá cerca de 20 milhões de visitantes. "Os números são bons e estão alinhados à tendência de que os últimos meses são melhores que os outros".
    Apenas em maio, mês de início da Exposição Universal, mais de 2,7 milhões de pessoas conheceram os pavilhões, que ficarão abertos até o final de outubro e são amplamente relacionados ao tema da Expo: "Alimentando o Planeta: Energia para a Vida".
    Entre os visitantes que já compareceram ao espaço Rho Pero, em Milão, estão o presidente russo, Vladimir Putin; o primeiro-ministro britânico, David Cameron; o presidente francês, François Hollande; e a primeira-dama norte-americana, Michelle Obama - que dedica grande parte do seu tempo ao projeto contra a obesidade infantil "Let's Move".
    Na semana passada, a vice-ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Hotovely, também fez uma visita ao pavilhão de seu país. Segundo a diplomata, a razão da nação fazer parte da feira é que ela sabe "como roubar água do deserto" e que "o tema expressa uma mensagem de paz".
    "Nós estamos aqui por causa da nossa capacidade de inovação em sistemas de irrigação. Não vamos esquecer que Israel é dois terços de deserto. E é por isso que o nosso primeiro-ministro estabeleceu a prioridade de usar tecnologias de irrigação para ter um país fértil, capaz de oferecer comida e água para todos", afirmou a vice-ministra.
    "Eu acredito que essa é a primeira contribuição que Israel pode dar ao mundo, quando se fala em agricultura. Nações como Índia, Brasil e as da África aprenderam com nossas tecnologias", disse Hotovely.
    "Minha primeira mensagem é essa: entender como os países mais desenvolvidos podem trabalhar juntos e como tecnologias podem contribuir para uma melhor distribuição dos recursos. É verdade que hoje em dia existem países que não têm comida suficiente e outros que têm demais. Nós temos que balancear essa situação". (ANSA)

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