Após saída dos EUA, países decidem manter TPP

11 nações remanescentes assinarão acordo até o mês de março

Protesto contra o TPP na Austrália
Protesto contra o TPP na Austrália (foto: EPA)
17:43, 23 JanROMA ZLR

(ANSA) - O Acordo de Associação Transpacífico (TPP) será mantido apesar da saída dos Estados Unidos. O governo do Japão, um dos 11 remanescentes no tratado comercial, anunciou que os membros pretendem assinar um novo texto no próximo mês de março, em um forte sinal contra o protecionismo de Donald Trump.

A notícia chega no primeiro dia do Fórum Econômico Mundial de Davos, que reúne governantes, empresários e os principais pensadores da economia liberal. Com a saída dos EUA, o TPP inclui 11 nações: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Singapura e Vietnã.

A retirada dos Estados Unidos do pacto foi um dos primeiros atos de Trump na Casa Branca e era uma promessa de campanha. Com os EUA, o TPP reunia cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. Quando o presidente assinou o tratado, ele ainda não havia sido ratificado pelo Senado, portanto, não estava em vigor.

O principal objetivo do TPP é derrubar barreiras alfandegárias e regulamentar preços e padrões ambientais em nações banhadas pelo Pacífico. (ANSA)

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