Sace celebra 10 anos no Brasil com novos negócios

Empresa italiana fechou linhas de crédito com Braskem e Nexa

Vista aérea de São Paulo, onde a Sace tem escritório há 10 anos
Vista aérea de São Paulo, onde a Sace tem escritório há 10 anos (foto: EPA)
14:41, 06 FevSÃO PAULO ZLR

(ANSA) - A Sace, empresa de produtos financeiros do Grupo Cassa Depositi e Prestiti (CDP), controlado pelo governo da Itália, celebra nesta quarta-feira (6) os 10 anos de seu escritório em São Paulo, com um encontro de negócios no Instituto Tomie Ohtake.

O evento reúne mais de 50 empresas italianas e promove um intercâmbio com algumas das companhias brasileiras clientes da Sace: Petrobras, Braskem e Nexa. Junto com a Simest, a Sace constitui o núcleo de exportação e internacionalização do Grupo CDP e possui uma carteira de 1,2 bilhão de euros no Brasil, seu principal mercado na América Latina.

Na última terça (5), a empresa já havia promovido um evento, também no Tomie Ohtake, destinado a apresentar seus planos de crescimento para a comunidade de negócios brasileira. O encontro teve a presença do embaixador italiano no Brasil, Antonio Bernardini, e do economista José Roberto Mendonça de Barros.

"Nos últimos 10 anos, o apoio da Sace foi fundamental para oferecer às empresas italianas interessadas no mercado brasileiro um apoio muitas vezes indispensável para sua própria atividade, sobretudo quando se trata de empresas de pequeno e médio porte", declarou Bernardini.

"Continuamos a contar com esse apoio para o futuro, neste importante momento de privatizações e concessões anunciadas pelo novo governo. Os desafios que o Brasil enfrentará para melhorar a própria infraestrutura se transformarão em oportunidades que, se aproveitadas, podem gerar grandes benefícios para ambos os países", acrescentou.

A Sace acaba de garantir linhas de crédito de US$ 290 milhões para a Braskem, que opera no setor petroquímico, e de US$ 62,5 milhões para a Nexa, do segmento de mineração, com o objetivo de apoiar a contratação de fornecedores italianos.

Os recursos serão destinados à compra de produtos, serviços e tecnologias "made in Italy". "Acreditamos fortemente no potencial do Brasil e confiamos que sua economia, que é dinâmica e já tem importantes relações comerciais com a Itália, mostrará uma grande aceleração nos próximos anos", diz Alessandro Decio, CEO da Sace. (ANSA)

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