FCA retoma produção no Brasil com novas regras de segurança

Empresa está monitorando a saúde dos funcionários

Empresa está monitorando a saúde dos funcionários
Empresa está monitorando a saúde dos funcionários (foto: EPA)
17:36, 12 MaiSÃO PAULO ZCC

(ANSA) - A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) anunciou nesta segunda-feira (11) a retomada gradual da produção de veículos nas fábricas de Betim (MG) e Goiana (PE).

O reinício das atividades marca o fim de uma paralisação de 48 dias por conta da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) e acontece após a FCA adotar diversas medidas sanitárias, como a reorganização de postos de trabalho e adaptação de espaços comuns.

De acordo com o comunicado, o volume de produção provavelmente será reduzido no início, com crescimento durante o mês. Antes da paralisação, a fábrica de Betim (MG), a maior do Brasil, produzia 1,6 mil carros por dia, enquanto que a de Goiana, 1 mil.

Segundo a fabricante de carros da Fiat e da Jeep, 4,3 mil funcionários voltaram ao trabalho em Betim e 1,5 mil em Goiana. Além disso, no último dia 4 de maio, outros 600 empregados já haviam retomado suas atividades em uma fábrica de motores da Fiat em Campo Largo (PR).

A FCA também informou que o regime de home office continua em vigor para todos os trabalhadores administrativos, já que não estão envolvidos diretamente com a produção dos veículos. A medida tem como objetivo diminuir ao máximo o fluxo de pessoas nas fábricas.

Nesta primeira etapa de retomada das operações, a prioridade será o treinamento efetivo de todos os empregados e a revisão de todos os equipamentos e processos. O uso de máscaras é obrigatório. Dentro da fábrica, câmeras e termômetros serão utilizados para monitorar a temperatura corporal de todos.

Além disso, a FCA criou um aplicativo para que os funcionários possam fazer autoavaliação e prevenção on-line. "O próprio trabalhador anota suas condições gerais de saúde e bem-estar, além de informar se teve contato com algum caso suspeito ou confirmado de Covid-19", afirmou a FCA em nota. (ANSA)

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