FCA diz que greve contra Cristiano Ronaldo foi 'fiasco'

Apenas cinco trabalhadores cruzaram os braços nesta segunda

Protesto contra Cristiano Ronaldo em fábrica da FCA na Itália
Protesto contra Cristiano Ronaldo em fábrica da FCA na Itália (foto: ANSA)
14:48, 16 JulTURIM ZLR

(ANSA) - A greve de trabalhadores da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) na Itália, por conta da contratação de Cristiano Ronaldo pela Juventus, foi um "fiasco", revelou nesta segunda-feira (16) um porta-voz da empresa.

Os protestos contra a chegada do astro português começaram na última quarta-feira (11), nas fábricas de Pomigliano d'Arco e Melfi, por iniciativa de alguns membros do Sindicato Intercategorias Cobas (SI Cobas) e outros operários da companhia de automóveis.

De acordo com a emissora italiana "Mediaset", alguns funcionários da FCA estão incomodados pela quantia paga pela transferência do jogador à Juventus (112 milhões de euros), além do salário que o clube estaria disposto a pagar, de 30 milhões de euros anuais.

"Ainda hoje, em Melfi, como já havia acontecido na sexta-feira passada em Pomigliano, as iniciativas de protesto promovidas por um tema futebolístico foram um grande fiasco. Apenas cinco funcionários entraram em greve, de um total 1,7 mil trabalhadores", declarou o porta-voz da FCA.

"É mais uma confirmação de que os trabalhadores de Melfi e Pomigliano entenderam perfeitamente que se tratavam de protestos instrumentais promovidos por siglas de nenhuma representatividade real", acrescentou.

A ligação entre a FCA e a Juventus é muito forte, pois, além do patrocínio para estampar a marca Jeep no uniforme "bianconero", o clube de Turim e a companhia de automóveis possuem o mesmo acionista majoritário, a família Agnelli.

A Juventus contratou CR7 por 112 milhões de euros, sendo esta a transferência mais cara da história da "Velha Senhora" e do futebol italiano. (ANSA)

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