Exército ajudará a distribuir vacinas anti-Covid na Itália

Primeiras doses devem chegar ao país em janeiro de 2021

Exército da Itália já atua em várias frentes no combate à pandemia de coronavírus
Exército da Itália já atua em várias frentes no combate à pandemia de coronavírus (foto: ANSA)
10:54, 13 NovROMA ZLR

(ANSA) - O Exército participará ativamente da distribuição das vacinas contra o coronavírus Sars-CoV-2 na Itália, repetindo o que já aconteceu em março, quando militares levaram materiais sanitários para todo o país.

Segundo informações de bastidores, o Ministério da Defesa também não exclui a hipótese de empregar o Exército na aplicação das vacinas, como já ocorre na imunização contra a gripe em Milão.

O governo italiano montou um grupo de trabalho para organizar a logística da vacinação anti-Covid, e as primeiras doses devem chegar ao país em janeiro, de acordo com o coordenador das ações de combate à pandemia, Domenico Arcuri.

Segundo ele, a Itália deve receber pelo menos 1,7 milhão de unidades do imunizante até o fim do primeiro mês de 2021.

A União Europeia já garantiu a compra de 1,4 bilhão de doses de quatro candidatas a vacinas contra o Sars-CoV-2: da Universidade de Oxford, da Johnson & Johnson, da Sanofi e do consórcio Biontech/Pfizer.

Até o momento, a Itália contabiliza pelo menos 1,06 milhão de casos do novo coronavírus e 43,6 mil mortes. (ANSA)
   

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