Como seria 'Um dia sem imigrantes' nos EUA?

Contra política de Trump, imigrantes fazem greve no país

Contra política de Trump, imigrantes fazem greve no país
Contra política de Trump, imigrantes fazem greve no país (foto: EPA)
14:10, 17 FevNOVA YORK ZAR

(ANSA) - Diversas empresas dos Estados Unidos ficaram fechados em grandes cidades do país nesta quinta-feira (16) e outras trabalharam com capacidade reduzida graças à adesão ao "Dia sem imigrantes".
   

A iniciativa teve início nas redes sociais para boicotar as políticas migratórias do presidente norte-americano, Donald Trump, que se espalhou por todo país.
   

Centenas de companhias da construção civil, restaurantes, supermercardos e outros estabelecimentos não funcionaram para mostrar para o magnata a importância dos imigrantes para a economia do país.
   

Em Washington, Boston, Filadélfia e Los Angeles, vários imigrantes abandonaram seus postos de trabalho, se negaram a fazer compras e usar o transporte público, ignorando por um dia a economia norte-americana.
   

Na capital do país, uma marcha foi realizada até a Casa Branca e diversas ruas foram interditadas. Manifestantes carregavam cartazes com as frases "nenhum ser humano é ilegal" e "você come comida? Então você precisa de imigrantes".
   

Diversos imigrantes salvadorenhos, colombianos, indianos e coreanos se uniram à greve para protestar contra as medidas de Trump, que quer acelerar as deportações de imigrantes ilegais e proibir a entrada de refugiados no país.
   

Alguns locais também instalaram cartazes de "fechado por greve geral". Escolas receberam ligações de imigrantes informando que estavam doentes e não iriam às aulas.
   

Segundo o Escritório do Censo, a população de imigrante cresceu de maneira histórica nos últimos anos. De acordo com os últimos dados, divulgados em 2013, 13% dos habitantes do país nasceram no exterior, o equivalente a mais de 41 milhões de pessoas. (ANSA)

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