Antes de entregar as vítimas, o grupo fundamentalista exibiu os caixões em um palco em Khan Younis, diante de um painel que acusava o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, de causar a morte dos reféns.
Essa não é a primeira vez que Israel protesta contra as práticas do Hamas no âmbito da trégua: no fim de janeiro, Netanyahu criticou os tumultos vistos durante a libertação de reféns vivos em Gaza.
Já o alto comissário da ONU para Direitos Humanos, Volker Turk, definiu o episódio desta quinta-feira (20) como "abominável".
"Segundo o direito internacional, a restituição de restos mortais deve respeitar a proibição a tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, garantindo dignidade aos mortos e a suas famílias", disse.
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