Número de mortes por Covid no Brasil passa de 151 mil

Segundo ministro da Saúde, vacinação está prevista só para abril

Praia no Rio de Janeiro
Praia no Rio de Janeiro (foto: EPA)
19:17, 14 OutSÃO PAULO ZCC

(ANSA) - O Brasil registrou 749 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas e superou a marca de 151 mil vítimas desde o início da pandemia, informou o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) nesta quarta-feira (14).

Com taxa de letalidade da doença em 3%, o país soma 151.747 óbitos ocasionados pela Covid-19, no momento em que o pico da doença já está há um mês e meio em queda, mas em ritmo de redução lento.

Segundo o balanço atualizado hoje, o território brasileiro contabiliza 5.140.863 casos confirmados da doença, com um acréscimo de 27.235 em um dia.

O índice de mortalidade é de 72,2 para cada 100 mil habitantes, enquanto a taxa de incidência da doença é de 2.446,3 pessoas a cada 100 mil moradores. A média móvel de óbitos dos últimos sete dias é de 503 e a de casos é 20.024.

O estado de São Paulo continua sendo aquele que tem os maiores números em valores absolutos, com 1.045.060 casos registrados e 37.541 falecimentos.

A segunda posição nos dados totais de contaminações fica com a Bahia (329.787), seguida por Minas Gerais (325.972), Rio de Janeiro (285.205) e Ceará (261.284).

Quando considerado apenas o número totais de vítimas, a segunda posição fica com o Rio de Janeiro com 19.440 óbitos - e a maior taxa de letalidade do país, com 6,8%.

Hoje, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou um cronograma para vacinação contra a Covid-19, o que gerou uma crise com secretários estaduais.

Segundo parte dos presentes em uma reunião, o governo de Jair Bolsonaro está ignorando a CoronaVac, vacina chinesa que conta com a participação do Instituto Butantan. O medicamento ainda está em testes, mas o governador de São Paulo, João Doria, já anunciou suas primeiras doses para dezembro deste ano.

O calendário da pasta, no entanto, só considera a vacina de Oxford e prevê a imunização apenas em abril de 2021. (ANSA).
   

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