Brasil ultrapassa marca de 550 mil mortes por Covid-19

Protesto contra a gestão Bolsonaro na pandemia em Brasília
Protesto contra a gestão Bolsonaro na pandemia em Brasília (foto: EPA)
07:31, 27 JulSÃO PAULO ZCC

(ANSA) - Com mais 578 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, o Brasil ultrapassou a marca de 550 mil óbitos desde o início da pandemia, informou o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) nesta segunda-feira (26).

Desta forma, o país chegou a 550.502 vítimas na emergência sanitária. Foram ainda 18.999 casos, totalizando 19.707.662 os contágios confirmados desde o ano passado.

O boletim de hoje, porém, trouxe os dados epidemiológicos revisados pelo estado de Rondônia, com a correção de inconsistências e duplicidades.

Os dados mantêm o Brasil como o segundo país do mundo com mais mortes causadas pela Covid-19, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, que acumula 611 mil vítimas.

A taxa de incidência continua a subir e está em 9.378,0 a cada 100 mil habitantes, enquanto que o índice de letalidade da doença está estável em 2,8%, sendo o Rio de Janeiro o estado com o maior taxa, 5,8%.

O estado de São Paulo mantém a liderança absoluta nos dois rankings, com 4.003.549 contaminações e 137.273 vítimas. Além do território paulista, seis outros estados brasileiros superaram a marca de 1 milhão de infecções pelo novo coronavírus: Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina e o Rio de Janeiro.

Hoje, o Ministério da Saúde informou que o número de casos da variante Delta do novo coronavírus subiu para 169. Na atualização da última sexta(23), o número estava em 143. Deste total, 13 pacientes tiveram quadro grave e morreram em decorrência da doença.

O local com mais registros até o momento foi o Rio de Janeiro, com 88 casos mapeados. O Distrito Federal teve um salto e assumiu o segundo lugar, com 30 casos, contra seis da semana passada.

Em seguida aparece São Paulo com 15, Paraná com 13, Maranhão com sete, Santa Catarina com cinco, Goiás com quatro, Rio Grande do Sul e Pernambuco com três cada e Minas Gerais com um. (ANSA).
   

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