Itália condena 'hediondo assassinato' de presidente do Haiti

Roma também cobrou que se garanta a estabilidade do país

Movimentação em frente à Casa de Jovenel Moise
Movimentação em frente à Casa de Jovenel Moise (foto: EPA)
10:10, 08 JulROMA ZLR

(ANSA) - A Itália condenou nesta quinta-feira (8) o "hediondo assassinato" do presidente do Haiti, Jovenel Moise, dentro de sua própria casa.

O mandatário foi morto na madrugada da última quarta-feira (7), enquanto sua esposa, a primeira-dama Martine Moise, ficou gravemente ferida e foi levada para um hospital em Miami.

"A Itália, tendo recebido com consternação a notícia do hediondo assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, condena firmemente o ataque ao coração das instituições haitianas, expressa sinceras condolências à família do presidente e ao povo haitiano e deseja que os culpados deste crime sejam levados à justiça o mais rápido possível", diz um comunicado do Ministério das Relações Exteriores italiano.

"Diante de um evento tão dramático, a Itália faz um apelo a todos os atores e as forças políticas haitianas para que se preserve os delicados equilíbrios políticos, se evite tensões e se garanta a estabilidade institucional do país e a segurança da população", acrescenta a nota.

Roma também pede à comunidade internacional que apoie "todos os esforços nesse sentido, inclusive para garantir as eleições, cuja realização é indispensável para iniciar um percurso democrático e compartilhado, centrado no diálogo nacional entre todas as forças políticas e no reforço das instituições haitianas". (ANSA)

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