Lula amplia vantagem sobre Bolsonaro, diz pesquisa

Vantagem do petista no segundo turno cresceu sete pontos

Lula lidera todas as pesquisas para eleições de 2022
Lula lidera todas as pesquisas para eleições de 2022 (foto: EPA)
11:20, 22 JunSÃO PAULO ZLR

(ANSA) - Uma nova pesquisa divulgada nesta quarta-feira (22) pelo PoderData mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou sua vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) dentro da margem de erro no primeiro turno e em sete pontos no segundo.

De acordo com a sondagem, realizada entre 19 e 21 de junho, Lula aparece com 44% das intenções de voto, um ponto a mais que no levantamento publicado em 8 de junho, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Já Bolsonaro oscilou um ponto para baixo e agora está com 34%. Com isso, a vantagem do petista subiu de oito para 10 pontos. Em seguida aparecem Ciro Gomes (PDT), com 6%; André Janones (Avante), com 2%; e Simone Tebet (MDB), Eymael (DC) e Luciano Bivar (União Brasil), com 1% cada.

Vera Lúcia (PSTU), Felipe D'Ávila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Pablo Marçal (Pros) e Leonardo Péricles (UP) não pontuaram. Votos brancos e nulos somam 4%, enquanto os indecisos totalizam 5%.

Ainda de acordo com a sondagem, Lula se sai melhor sobre Bolsonaro entre as mulheres (49% a 26%) do que entre os homens (39% a 43%).

Nas regiões, seu melhor desempenho é no Nordeste, com 58% a 25%, mas o petista também prevalece no Norte (46% a 39%) e no Sul (44% a 39%), embora apareça atrás de Bolsonaro no Centro-Oeste (40% a 41%) e no Sudeste (36% a 37%).

Lula ainda tem ampla vantagem entre os eleitores que recebem até dois salários mínimos (47% a 32%) e mais de cinco salários mínimos (47% a 32%), porém perde dentro da margem de erro na faixa de dois a cinco salários mínimos (38% a 40%).

Em um eventual segundo turno, o petista teria 52%, contra 35% de Bolsonaro, uma diferença de 17 pontos. Na pesquisa anterior, o ex-presidente e o atual mandatário apareciam com 50% e 40%, respectivamente.

A pesquisa entrevistou 3 mil pessoas por telefone nas 27 unidades da federação. O intervalo de confiança é de 95%. (ANSA)

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