TIM faz maior emissão de debêntures vinculadas a metas ESG do Brasil

Valor total da oferta de títulos é de R$ 1,6 bilhão

TIM emitiu R$ 1,6 bilhão em debêntures ligadas a metas ESG
TIM emitiu R$ 1,6 bilhão em debêntures ligadas a metas ESG (foto: ANSA)
10:58, 16 JunSÃO PAULO ZGT

(ANSA) - A TIM emitiu R$ 1,6 bilhão em debêntures vinculadas a metas ESG, na maior operação dessa natureza já realizada por uma companhia brasileira, informou a empresa nesta quarta-feira (16).

Essa é a primeira emissão de caráter sustentável feito por uma empresa de telecomunicações no país e, segundo a TIM, todos os recursos arrecadados serão destinados para investimentos em infraestrutura, conforme projeto aprovado pelo Ministério das Comunicações.

Os recursos obtidos por meio da emissão serão destinados para o financiamento de projetos de implantação, ampliação e modernização de redes fixa e móvel em diferentes tecnologias com a meta de melhorar a qualidade e a disponibilidade de serviços.

"A conclusão dessa emissão de debêntures consolida a longa trajetória da TIM no terreno da sustentabilidade e das práticas sociais. A preocupação da TIM com seu papel social e ambiental não começou agora. Vem do tempo em que ainda nem se usava o termo ESG. A empresa se orgulha em sempre ter conduzido negócios de forma responsável e com governança", disse Pietro Labriola, CEO da companhia.

Para garantir ainda que as metas escolhidas para ancorar as debêntures fossem suficientemente robustas e confiáveis, elas foram submetidas à uma verificação independente, a cargo do Bureau Veritas.

Essa operação é um grande exemplo de como o mercado local está acompanhando a tendência internacional de fortalecimento dos títulos sustentáveis. Enquanto instituição financeira, estamos comprometidos a auxiliar nossos clientes na transição para uma economia mais sustentável, seguindo metodologias e diretrizes específicas para a estruturação de emissões ESG que contem com uma boa governança, ou o 'G' da sigla", afirma o responsável por operações de renda fixa do Itaú BBA, Guilherme Maranhão. (ANSA).
   

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