Trio é incluído em investigação sobre morte de Maradona

Um psicólogo e dois enfermeiros estão sendo investigados

Maradona morreu no dia 25 de novembro de 2020
Maradona morreu no dia 25 de novembro de 2020 (foto: ANSA)
12:33, 09 FevROMA ZRS

(ANSA) - Um psicólogo e dois enfermeiros que acompanharam o ex-craque Diego Maradona em seus últimos dias de vida estão sendo investigados pela promotoria de San Isidro, na Argentina, por homicídio culposo, ou seja, quando não há intenção de matar.

O trio, que é formado pelo psicólogo Carlos Díaz e os enfermeiros Ricardo Almirón e Dahiana Gisela Madrid, se juntou aos já investigados neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Augustina Cosachov.

Díaz atendia Maradona desde setembro de 2020, já Almirón e Madrid se alternavam para manter as condições do argentino sob controle 24 horas por dia. Os enfermeiros atuavam na casa onde o ex-jogador estava se recuperando de uma cirurgia cerebral para remover um hematoma subdural.

Os promotores do caso estão averiguando se algum dos cinco investigados teriam cometido os crimes de negligência, imprudência ou inexperiência nos tratamentos de saúde realizados.

Maradona, que foi um dos melhores jogadores da história do futebol, morreu no dia 25 de novembro, aos 60 anos de idade, após sofrer uma parada cardiorrespiratória em sua casa em Tigre, na Argentina. (ANSA).
   

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