Após jogo adiado, seleção de Marrocos consegue deixar Guiné

Marroquinos ficaram presos após golpe de Estado no país

Seleção do Marrocos em Guiné
Seleção do Marrocos em Guiné (foto: Divulgação/FRMF)
18:08, 06 SetROMA ZRS

(ANSA) - A delegação de Marrocos, que enfrentaria a Guiné pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, conseguiu deixar o país após um golpe de Estado contra o presidente Alpha Condé.

O duelo estava previsto para acontecer hoje (6) no Estádio Général Lansana Conté, mas foi adiado em virtude da situação da Guiné.

Apesar do susto, um porta-voz da Real Federação Marroquina de Futebol (RFMF) explicou que o elenco do país voltou em segurança ao Marrocos.

Em uma entrevista ao jornal "L'Équipe", o técnico da seleção marroquina, Vahid Halilhodzic, comentou que ouviu tiros do hotel onde o grupo estava hospedado. O bósnio ainda contou que os atletas não se sentiam seguros.

O Marrocos é o líder do grupo I das eliminatórias africanas e o jogo contra Guiné seria válido pela segunda rodada da competição. O elenco dos marroquinos conta com alguns jogadores bem conhecidos, como Achraf Hakimi, do Paris Saint-Germain, e Adel Taarabt, do Benfica. (ANSA).
   

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