Itália e COI se reúnem para debater Jogos de 2024

Renzi afirmou que esse é o momento correto sediar o evento

Renzi e Bach tiveram reunião sobre a candidatura da Itália para os Jogos Olímpicos de 2024
Renzi e Bach tiveram reunião sobre a candidatura da Itália para os Jogos Olímpicos de 2024 (foto: ANSA)
14:11, 21 JanLAUSANNE ZGT

(ANSA) - O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, participou de uma reunião com membros do Comitê Olímpico Internacional (COI) para debater a candidatura de Roma para ser sede das Olimpíadas de 2024.

 

"Para Roma, esse é o momento certo. Viemos de uma derrota pesada em 2004, mas agora o governo está aqui , colocaremos tudo, barriga no chão e pedalar até 2017. Roma é uma candidatura fortíssima, respeito todos, mas não temos medo", disse o premier após o encontro.

 

Segundo Renzi, os "projetos já estão prontos e o governo está ao lado do Coni [Comitê Olímpico Nacional Italiano] porque o esporte é uma parte da cultura italiana e um investimento para o futuro".

 

Ressaltando estar emocionado com a participação italiana na disputa para ser sede dos Jogos, o primeiro-ministro informou que convidou o presidente do COI, Thomas Bach, para participar da inauguração da Casa Italia no Rio de Janeiro, no dia 3 de agosto.

 

Além do líder do governo italiano, estiveram presentes o presidente do Coni, Giovanni Malagò, e o líder do Comitê Olímpico Roma 2024, Luca di Montezemolo.

 

Para Malagò, o clima da reunião foi "excelente" e em "clima de grande entusiasmo". "Estamos em sintonia com a agenda 2020 e a nossa é uma candidatura de baixo custo. Hoje é uma etapa fundamental e no dia 17 de fevereiro apresentaremos o dossiê definitivo", ressaltou o presidente do Coni.

 

Já Montezemolo confirmou que o palco para a entrega de medalhas será realizado no Coliseu, símbolo da capital italiana. Segundo o líder do Roma 2024, "toda a cidade com seus sítios arqueológicos viverá as Olimpíadas".

 

Pesquisa

 

Três italianos em cada quatro são favoráveis à candidatura de Roma à sede das Olimpíadas, revelou um estudo realizado entre outubro e dezembro de 2015 pela Ipsos.

 

De acordo com a pesquisa, que foi apresentada pelos italianos aos COI, o consenso é gerado, sobretudo, porque os italianos veem o evento como oportunidade de criação de postos de trabalho a nível nacional e para que Roma melhore a infraestrutura e melhores serviços.

 

Segundo o documento apresentado, foram 2,2 mil italianos entrevistados. (ANSA)

 

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