Itália vai a Tóquio com meta de bater recorde de medalhas

País conquistou 36 medalhas nas edições de 1934 e 1960 dos Jogos

Equipe masculina da Itália de polo aquático é favorita para o pódio
Equipe masculina da Itália de polo aquático é favorita para o pódio (foto: Ansa)
14:14, 21 JulSÃO PAULO ZRS

(ANSA) - A Itália buscará nos Jogos de Tóquio, no Japão, superar seu próprio recorde de medalhas em Olimpíadas. O país europeu entrará como franco favorito pelo pódio em algumas modalidades, como esgrima, tiro esportivo, ciclismo e polo aquático.

Segundo um levantamento da empresa norte-americana Gracenote, a Itália poderá sair de Tóquio com até 41 medalhas, superando as 36 conquistadas nas edições de 1934 e 1960 das Olimpíadas, que foram disputadas em Los Angeles e em Roma, respectivamente.

Das 41 possíveis medalhas italianas, oito seriam de ouro, 15 de prata e 18 de bronze. O Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni), por sua vez, estima que o país deverá conquistar pouco mais de 30 ao longo dos Jogos Olímpicos.

Chances de Medalhas

Entre os esportes individuais, a Itália deverá brigar por medalhas no tiro esportivo, modalidade que o país teve mais sucesso em 2016, no Rio de Janeiro, com quatro ouros e três pratas. Em Tóquio, no skeet feminino e masculino, os medalhistas olímpicos Gabriele Rossetti, Chiara Cainero e Diana Bacosi são favoritos pelo lugar mais alto do pódio, assim como Jessica Rossi no trap.

A esgrima italiana, que é uma das principais potências mundiais, também será uma das esperanças de medalhas do país em Tóquio. Depois das quatro conquistas no Rio de Janeiro, a Azzurra quer melhorar o seu retrospecto com Arianna Errigo, Daniele Garozzo, Alessio Foconi, Rossella Fiamingo e nas competições por equipes.

O karatê, que foi adicionado como um novo esporte olímpico, poderá beneficiar os italianos no quadro de medalhas. O atleta Luigi Busà, prata no último Mundial, disputará a categoria kumite masculino -75kg, mas terá pela frente o iraniano Bahman Askari, melhor do ranking olímpico.

Já no judô, os atletas Fabio Basile e Odette Giuffrida vão querer repetir os resultados de 2016 e conquistar novamente medalhas nas Olimpíadas.

Nas provas de ciclismo, há muitas chances de medalhas para a Azzurra. No ciclismo de pista, os italianos Elia Viviani e Filippo Ganna chegam ao Japão sonhando com uma vaga no pódio. Já no ciclismo de estrada, Elisa Longo Borghini e Vincenzo Nibali serão os principais nomes do país europeu.

A natação italiana também vem forte para Tóquio, principalmente com o medalhista olímpico Gregorio Paltrinieri nos 800 e 1.500 metros estilo livre. Outro nadador que os torcedores deverão prestar atenção é Gabriele Detti, que disputará os 400 metros estilo livre. No feminino, a experiente Federica Pellegrini estará nos 200 metros.

Passando pelos esportes coletivos, a seleção italiana masculina de polo aquático, que tem o ítalo-brasileiro Pietro Figlioli como capitão, chega como uma das principais equipes em Tóquio, depois do bronze em 2016. Os times masculino e feminino de vôlei também possuem ótimas chances de pódio no Japão. (ANSA).
   

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