Itália ultrapassa marca de 23 mil mortos por coronavírus

Mas, aumento relativo tem menor percentual de vítimas desde 12/4

Apesar de ultrapassar barreira dos 23 mil mortos, Itália vem registrando quedas consecutivas nos números da tragédia
Apesar de ultrapassar barreira dos 23 mil mortos, Itália vem registrando quedas consecutivas nos números da tragédia (foto: ANSA)
13:51, 18 AbrROMA ZGT

(ANSA) - A Itália registrou 482 novas mortes pelo coronavírus (Sars-CoV-2) nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas para 23.227, informou a Defesa Civil neste sábado (18).

Apesar de ter cruzado a barreira dos 23 mil, o número de mortos é bem inferior ao registrado na sexta-feira (17), quando 575 pessoas faleceram, e representa o menor aumento percentual proporcional desde o dia 12 de abril, com uma alta de 2,1%.

A Defesa Civil informou ainda que 2,2 mil pessoas foram curadas da doença nas últimas 24 horas, atingindo as 44.927 curas desde o início da divulgação dos dados, no fim de fevereiro. Ontem, 2.563 pessoas deixaram hospitais e o isolamento obrigatório.

Também segue em queda, pelo 15º dia consecutivo, o número de pessoas internadas nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Hoje, são 2.733 internados nesse tipo de instalação, 79 a menos do que ontem. Destes, 947 estão em hospitais da Lombardia - a mais afetada pela pandemia no país.

Entre os 107.771 doentes ativos - que excluem os dados dos curados e das vítimas -, há 25.007 pessoas em estruturas hospitalares de todos os tipos e 80.031 fazendo o tratamento em isolamento em suas residências.

A informação negativa nos números, que vem apresentando quedas sucessivas, veio justamente da região da Lombardia: 94% dos novos casos ativos foram registrados ali. Segundo a Defesa Civil, dos 809 registros, 761 estão na região. Esse é o maior aumento na Lombardia desde 12 de abril.

Ao todo, 175.925 italianos foram contaminados pela Covid-19, um aumento de 3.491 casos (alta de 2%) na comparação com o dia anterior.

 

 

A partir desse sábado, a Defesa Civil não realiza mais as coletivas de imprensa diárias por considerar que a pressão sobre os hospitais de todo o país foram reduzidas significativamente. Elas serão realizadas apenas duas vezes por semana, em dias a definir pelo órgão. (ANSA)

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