Itália inicia semana com alívio das restrições contra Covid

São 17 das 20 regiões na fase mais branda de controle

Itália começa semana decisiva para reaberturas ainda mais amplas dos serviços e comércio
Itália começa semana decisiva para reaberturas ainda mais amplas dos serviços e comércio (foto: ANSA)
13:34, 10 MaiROMA ZGT

(ANSA) - Com a queda constante nos números da pandemia de Covid-19, a Itália inicia a semana sem nenhuma região em lockdown e com a maioria das áreas na fase mais branda das regras sanitárias - pela primeira vez em três meses.

Com exceção da Sicília, Sardenha e Vale de Aosta, todas as demais 17 estão na fase amarela, que permite a reabertura de restaurantes, museus, cinemas e libera a circulação dos italianos entre cidades.

As três primeiras estão na fase laranja, a segunda mais restritiva, que ainda veda a reabertura para atendimento presencial de bares e restaurantes, mas permite a retomada dos serviços não essenciais. As duas, no entanto, continuam com o toque de recolher das 22h às 5h.

A semana vem sendo considerada como fundamental pelo governo italiano para tomar as decisões de maiores reaberturas, que vem sendo cobradas por membros da base política e também pelos setores de serviço. Entre as principais alterações mais pedidas, estão a reabertura de espaços para torcedores em estádios e o encerramento das restrições para shoppings e grandes centros de comércio aos fins de semana.

Durante o fim de semana, as praias e áreas de restaurantes e bares ficaram lotadas de pessoas e, segundo dados do governo, foram aplicadas cerca de 1,5 mil multas por descumprimento das regras sanitárias.

De acordo com o último boletim do Ministério da Saúde com os dados da pandemia de coronavírus Sars-CoV-2, divulgado neste domingo (9), a Itália contabiliza pouco mais de 4,1 milhões de casos da doença e 122,8 mil mortos. A média de casos está em 9.490 e a de óbitos em 237 - em números equivalentes ao fim do ano passado.

Já a vacinação contabiliza 24 milhões de doses aplicadas na população desde 27 de dezembro, sendo que pouco mais de 7,4 milhões de pessoas já estão completamente imunizadas. (ANSA).
   

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