Itália tem mais 180.426 casos e 308 mortes por Covid

Equipe de saúde aguarda pacientes com Covid em hospital de Gênova, na Itália
Equipe de saúde aguarda pacientes com Covid em hospital de Gênova, na Itália (foto: ANSA)
15:35, 15 JanSÃO PAULO ZLR

(ANSA) - A Itália registrou neste sábado (15) mais 180.426 casos e 308 mortes na pandemia de Covid-19, elevando os totais de contágios e óbitos para 8.549.450 e 140.856, respectivamente.

O novo boletim do Ministério da Saúde representa uma queda em relação aos 197.552 diagnósticos positivos do mesmo dia da semana passada, que ainda carregava o represamento de dados do feriado de Epifania, em 6 de janeiro.

Com isso, a média móvel de contágios em sete dias caiu para 175.067, alta de 90% na comparação com duas semanas atrás. No sábado passado, a média móvel era 294% maior do que 14 dias antes, o que indica que a curva de contágios está perdendo força.

Já a média móvel de mortes subiu para 282, número 101% maior do que há 14 dias. O balanço deste sábado ainda contabiliza a cifra recorde de 2.470.847 casos ativos de Covid, sendo que 99,20% (2.450.800) estão em isolamento domiciliar; 0,74% (18.370), em leitos de enfermaria; e 0,06% (1.677), em UTIs.

O boletim registra 141 entradas na terapia intensiva, fazendo a média móvel subir para 147, alta de 25,92% na comparação com duas semanas atrás.

 

Enquanto os casos bateram recorde na "onda Ômicron" na Itália, as hospitalizações e mortes cresceram em ritmo mais lento e permanecem longe dos picos vistos no fim de 2020, quando o país chegou a ter quase mil óbitos por dia e quase 4 mil internados em UTIs.

Isso se explica pelo fato de quase 80% da população já ter concluído o primeiro ciclo de vacinação. Além disso, 44% das pessoas tomaram a dose de reforço.

Mesmo assim, o governo tornou obrigatória a imunização para maiores de 50 anos, faixa etária que ainda tem cerca de 2 milhões de indivíduos sem cobertura vacinal, e proibiu o acesso de pessoas não vacinadas ou que não estejam recém-curadas em locais como cinemas, academias, restaurantes, eventos esportivos e transportes públicos. (ANSA)

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