Fronteiras externas da UE rebrirão gradualmente em 1º/7

Já as fronteiras internas serão totalmente reabertas em junho

Fronteiras externas da União Europeia começarão a ser reabertas a partir do dia 1º de julho
Fronteiras externas da União Europeia começarão a ser reabertas a partir do dia 1º de julho (foto: EPA)
08:31, 10 JunBRUXELAS ZGT

(ANSA) - O alto representante da União Europeia para Política Externa, Josep Borrell, informou que as fronteiras externas do bloco serão reabertas de maneira "gradual e parcial" a partir do dia 1º de julho.

Essa reabertura seguirá critérios técnicos estabelecidos entre a Comissão Europeia e os governos nacionais e deve ocorrer entre países com situações epidemiológicas semelhantes. Ou seja, no caso de nações que tenham descontrole da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), as fronteiras deverão permanecer fechadas.

O bloco europeu está fechado para visitas não-essenciais de visitantes de outros países desde o dia 17 de março, como uma das medidas adotadas para evitar uma propagação ainda maior da Covid-19. A medida também afetou a circulação entre os países do bloco europeu.

Sobre essa última proibição, Borrell acredita que "até o fim deste mês de junho", a livre circulação de pessoas do bloco estará restabelecida. Essa foi a primeira vez na história que os países da UE fecharam suas fronteiras.

 - Alemanha e Áustria:

No mesmo dia em que Borrell divulgou a informação da reabertura, a Alemanha anunciou que encerrará o controle das fronteiras para cidadãos da União Europeia a partir do dia 16 de junho.

Segundo o ministro do Interior, Horst Seehofer, o país "continuará a monitorar a situação nos países vizinhos" e uma mudança poderá ser anunciada em caso de avanço da doença em outras nações. A única exceção da medida é a Espanha que, por princípio de reciprocidade, será autorizada apenas no dia 21 de junho.

A Áustria também encerrou a polêmica com a Itália e anunciou que reabrirá suas fronteiras aos italianos no dia 16 de junho. No entanto, o país manterá um "convite à cautela" para os moradores da região da Lombardia, a mais afetada do território italiano durante a crise sanitária. (ANSA)

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