UE garante mais 300 milhões de doses da vacina da Pfizer

Ao todo, bloco europeu já fechou contratos com 6 empresas

Vacina da Pfizer vem sendo aplicada em todos os países da UE desde 26 de dezembro
Vacina da Pfizer vem sendo aplicada em todos os países da UE desde 26 de dezembro (foto: ANSA)
09:15, 08 JanBRUXELAS ZGT

(ANSA) - A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou nesta sexta-feira (08) que o bloco garantiu a compra de mais 300 milhões de doses da vacina anti-Covid criada pela Pfizer e pela BioNTech. Com isso, a União Europeia terá acesso a 600 milhões de doses do imunizante BNT 162b.

"No momento, temos acesso a 300 milhões de dose da vacina da Pfizer. A boa notícia é que agora nós acertamos a extensão do contrato com a Pfizer e agora poderemos comprar até 300 milhões de doses adicionais dessa vacina, assim dobraremos as doses da vacina da Pfizer", informou Von der Leyen durante uma coletiva de imprensa.

Em comunicado, a Comissão Europeia informou que ofereceu aos Estados-membros a compra de 200 milhões de doses agora, com a opção de comprarem mais 100 milhões adicionais. Esse novo lote de compras será entregue a partir do segundo trimestre de 2021.

A BNT 162b já está sendo aplicada em todos os países do bloco desde o dia 26 de dezembro e foi a primeira imunização a receber a liberação para uso emergencial da Agência Europeia de Medicamentos (EMA). Nesta sexta, o órgão ainda liberou que cada ampola de vacina pode dar seis doses - e não as cinco como alguns países estavam aplicando.

Ao todo, a Comissão fechou acordo com seis fabricantes de vacinas contra o coronavírus Sars-CoV-2: além da Pfizer/BioNTech, há contratos com a Moderna (que foi autorizada para uso nessa semana e deverá ser entregue já a partir da próxima segunda-feira (11)), com a Johnson & Jonhson, com a AstraZeneca/Universidade de Oxford, com a Curevac e com a Sanofi/GSK.

Entre as compras já acertadas e as possíveis adições, o bloco garantiu 2,2 bilhões de doses de vacinas, muito mais do que o suficiente para vacinar os 380 milhões de moradores do bloco. A pressa em garantir mais doses da Pfizer/BioNTech se justifica por conta da demora na finalização dos testes dos demais imunizantes. (ANSA).
   

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