Biden anuncia retorno dos EUA ao Acordo de Paris e à OMS

Presidente eleito também vai paralisar obra de muro na fronteira

Kamala Harris e seu marido, Doug Emhoff, com Joe Biden e sua esposa, Jill Biden, em cerimônia no Lincoln Memorial, em 19 de janeiro
Kamala Harris e seu marido, Doug Emhoff, com Joe Biden e sua esposa, Jill Biden, em cerimônia no Lincoln Memorial, em 19 de janeiro (foto: EPA)
09:36, 20 JanNOVA YORK ZLR

(ANSA) - O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, vai assinar ordens executivas e memorandos ainda nesta quarta-feira (20), dia de sua posse na Casa Branca, para romper com a herança deixada pelo governo de Donald Trump.

Nas primeiras horas de sua gestão, o democrata vai devolver os EUA ao Acordo de Paris sobre o clima e à Organização Mundial da Saúde (OMS), determinar uso obrigatório de máscaras em propriedades federais e estender a suspensão de despejos e execuções hipotecárias em âmbito nacional.

"O presidente eleito vai assinar um instrumento para retornar ao Acordo de Paris. O instrumento será depositado nas Nações Unidas hoje, e os Estados Unidos voltarão a ser um membro 30 dias depois", diz um comunicado da equipe de transição.

Além disso, Biden vai revogar a declaração de emergência usada por Trump para viabilizar a construção do muro na fronteira com o México, derrubar o veto à entrada de imigrantes provenientes de alguns países muçulmanos e prorrogar a suspensão do pagamento de prestações de empréstimos estudantis.

O programa de ações para o primeiro dia de governo Biden ainda prevê medidas em defesa da igualdade racial e de gênero. (ANSA)

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