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Itália acusa Putin de querer influenciar eleições europeias

Itália acusa Putin de querer influenciar eleições europeias

Vice-premiê Antonio Tajani deu declaração em Fórum da ANSA

ROMA, 06 de junho de 2024, 11:19

Redação ANSA

ANSACheck
Tajani participou de Fórum da ANSA - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Tajani participou de Fórum da ANSA - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

O vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, acusou nesta quinta-feira (6) o presidente da Rússia, Vladimir Putin, de travar "uma guerra híbrida", tentar dividir o Ocidente e influenciar as eleições europeias, apesar de todos estarem unidos "na defesa da Ucrânia".
    A declaração foi dada durante fórum promovido pela ANSA, liderado pelo diretor da agência italiana de notícias, Luigi Contu, e por dois jornalistas da redação de política.
    "Estamos do lado da Ucrânia, mas com o risco de uma escalada global, devemos trabalhar para uma desescalada. Os nossos militares devem ser portadores da paz", afirmou.
    O chanceler italiano destacou que não é "pacifista que agita bandeiras do arco-íris" e que a "ajuda militar deve visar a defesa da Ucrânia, não o ataque ao território russo", porque "não se pode brincar com fogo".
    Durante o fórum da ANSA, ele reiterou que a Itália não estará entre as nações ocidentais que permitirão que Kiev use as armas que fornece para atingir alvos em território russo.
    "Putin está conduzindo uma guerra híbrida e tentando assustar a Europa e o Ocidente, mas isso faz parte do jogo", declarou Tajani. "Não enviaremos soldados para a Ucrânia e não permitiremos que as nossas armas sejam utilizadas na Rússia".
    Na última quarta-feira (5), Putin aludiu novamente ao possível uso de armas nucleares, dizendo que "todos os meios estão à nossa disposição para defender a nossa integridade".
    Por sua vez, Tajani comentou o que Putin disse sobre a Itália ser menos russofóbica do que outras nações ocidentais. "Não temos que estar alinhados com ninguém: na verdade, são os outros que não estão alinhados conosco", afirmou o ministro.
    De acordo com o ministro italiano, "A União Europeia e a Otan estão unidas na defesa da Ucrânia e concordamos com isso sem hesitação. Isso é uma coisa, mas outra é usar armas de forma não defensiva".
    Para o chefe da diplomacia italiana, "estar ao lado da Ucrânia não significa querer a guerra, mas exatamente o contrário". "Não devemos arriscar uma Terceira Guerra Mundial. Não haverá, mas precisamos de muito bom senso", acrescentou.
    Falando sobre as eleições europeias, Tajani explicou que na Europa não se pode ignorar o Partido Popular Europeu (PPE).
    Questionado se ele "será capaz de dialogar com os socialistas, o vice-premiê italiano enfatizou que "a UE é diferente da Itália, existem regras e famílias políticas diferentes.
   

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