/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Peixes mortos em canais de Veneza intrigam especialistas

Peixes mortos em canais de Veneza intrigam especialistas

Fenômeno pode ser natural, mas ainda não há explicação concreta

VENEZA, 15 fevereiro 2023, 14:20

Redação ANSA

ANSACheck

Veneza vem registrando fenômeno 'moria ' há alguns dias © ANSA/WikimediaCommons/Pedro Szekely

(ANSA) - Há alguns dias, moradores de Veneza, na Itália, relatam que uma grande quantidade de peixes mortos estão sendo vistos nos famosos canais da cidade italiana e as autoridades e especialistas agora investigam se fenômeno é natural ou não.

Chamado de "moria" em italiano, o evento pode estar ligado com o inverno e as temperaturas mais baixas, que acabam matando uma grande quantidade de peixes. Ele é notado pelos venezianos geralmente em dias como os atuais, que são caracterizados pela grande visibilidade da água em um momento em que os rios estão bem abaixo de sua capacidade normal pela maré baixa.

"Normalmente, as tainhas, quando há temperaturas mais baixas, buscam por lugares menos frios, mas se forem muitas indo para áreas de pouca troca de água, correm o risco de ficar sem oxigênio. É difícil entender a origem das mortes porque as variáveis são muitas e falar uma bobagem agora pode acontecer", disse o biólogo do Museu de História Natural, Luca Mizzan.

Segundo o responsável pelo Centro de Marés de Veneza, Alvise Papa, informou que nos últimos dois dias as marés ficaram entre -0,45 a 0,3. No entanto, o titular da agência diz que ainda é difícil dizer que há uma ligação entre a pouca água na cidade e a morte dos peixes.

"Na área do Canal Grande, há uma profundidade de cinco a seis metros, enquanto no Giudecca está em 12 metros. Parece impossível que eles vão morrer nesses canais, onde há ainda muita corrente [marítima]. Além disso, nessa noite, não houve uma mínima importante, ficaram valores positivos - então excluiria o fenômeno da maré baixa", acrescentou.
   

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Veja também

Ou use