Viagem à Bulgária ocorrerá sob 'sinal da paz', diz Papa

Francisco visitará os Bálcãs entre 5 e 7 de maio

Papa Francisco durante audiência geral no Vaticano
Papa Francisco durante audiência geral no Vaticano (foto: ANSA)
16:31, 03 MaiCIDADE DO VATICANO ZLR

(ANSA) - O papa Francisco divulgou nesta sexta-feira (3) uma mensagem em vídeo para os fiéis da Bulgária, país que ele visitará entre os dias 5 e 6 de maio, antes de embarcar para a Macedônia do Norte.

Na gravação, o Pontífice afirma que sua viagem ocorrerá "no sinal da fé, da unidade e da paz". "Sua terra é pátria de testemunhos da fé, desde os tempos dos santos missionários Cirilo e Metódio, que semearam o Evangelho", diz Jorge Bergoglio.

O Papa também menciona João XXIII, que "em seus quase 10 anos em Sofia como delegado apostólico, criou com seu povo uma ligação de estima e afeto que dura até hoje". "Que Deus conceda paz e prosperidade à Bulgária", conclui.

Francisco desembarcará em Sofia, capital búlgara, às 10h (horário local) do dia 5 de maio. Na mesma data, ele terá encontros com o primeiro-ministro Boyko Borisov e o presidente Rumen Radev, além de compromissos com a sociedade civil, o corpo diplomático e autoridades religiosas.

No dia seguinte, o Papa visitará um campo de refugiados e seguirá de avião para Rakovski, onde celebrará uma missa de primeira comunhão na Igreja do Sagrado Coração e passará por um convento de freiras franciscanas. À noite, Bergoglio volta para Sofia para celebrar uma oração pela paz na presença de "expoentes das várias confissões religiosas da Bulgária".

Francisco embarca para a Skopje, capital da Macedônia do Norte, às 8h20, em uma viagem de cerca de uma hora. Ele se encontrará com o presidente Gjorge Ivanov e com o primeiro-ministro Zoran Zaev e visitará o memorial da Madre Teresa de Calcutá.

O programa oficial também prevê encontros com pobres, jovens e sacerdotes. Francisco retorna a Roma às 18h30 do dia 7 de maio. Essa será a quarta visita oficial do Papa aos Bálcãs, após Albânia (2014), Bósnia e Herzegovina (2015) e Grécia (2016). (ANSA)

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