/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Israel critica rapper que pediu 'fim de genocídio' em Sanremo

Ghali usou o festival para se solidarizar com palestinos

SANREMO, 12 fevereiro 2024, 14:33

Redação ANSA

ANSACheck

Ghali pediu 'fim de genocídio em Gaza ' após apresentação no Festival de Sanremo - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - O embaixador de Israel na Itália, Alon Bar, criticou o Festival de Sanremo por ter permitido que um dos competidores, o rapper Ghali, pedisse o "fim do genocídio" na Faixa de Gaza durante a última noite do evento, que terminou no sábado (10).

"Acho vergonhoso que o palco do Festival de Sanremo tenha sido explorado para difundir o ódio e provocações de modo superficial e irresponsável", escreveu o diplomata no X (antigo Twitter).

"No massacre de 7 de outubro, entre as 1,2 mil vítimas havia mais de 360 jovens massacrados e violentados no Nova Music Festival. Outros 40 deles foram sequestrados e ainda estão nas mãos de terroristas", disse.

Em resposta, Ghali, que é italiano nascido em Milão, mas filho de pais da Tunísia, nação árabe do norte da África, rebateu que aborda "esses assuntos" desde que era criança, "e não desde 7 de outubro".

"Para que outra coisa eu deveria ter usado o palco? O fato de que um embaixador fale assim não é bom, continua uma política de terror. As pessoas têm medo de dizer 'fim à guerra, fim ao genocídio'. Estamos em um momento no qual as pessoas sentem que podem perder alguma coisa por pedir paz", acrescentou.

Ainda assim, Roberto Sergio, CEO da emissora Rai, organizadora do Festival de Sanremo, expressou "solidariedade ao povo de Israel e à comunidade judaica".

Já o ministro das Relações Exteriores e vice-premiê da Itália, Antonio Tajani, afirmou que é "justo" pedir o fim das mortes de civis palestinos, mas que é preciso ressaltar "que há um responsável por tudo o que ocorreu", o grupo islâmico Hamas, e que "não se pode esquecer as vítimas inocentes israelenses". (ANSA)

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Ou use