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Artistas brasileiros são destaques em exposição em Nápoles

Artistas brasileiros são destaques em exposição em Nápoles

Mostra inaugurada no Museu Madre tem quase 200 obras

NÁPOLES, 04 de julho de 2024, 14:01

Redação ANSA

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Com curadoria de Cristiano Raimondi, o evento foi aberto ao público no Museu Madre de Nápoles - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Com curadoria de Cristiano Raimondi, o evento foi aberto ao público no Museu Madre de Nápoles - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Um museu em Nápoles, na Itália, inaugurou uma exposição que conta em detalhes a arte produzida no Brasil desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
    Com curadoria de Cristiano Raimondi, o evento foi aberto ao público no Museu Madre de Nápoles e recebeu o nome de "Vai, vai, Saudade", título de um samba composto por Heitor dos Prazeres, cantor que foi um dos primeiros a sofrer a censura da ditadura militar em 1964.
    As salas do local abrigam quase 200 obras, além de documentos e fotografias, de 52 artistas brasileiros de diferentes gerações.
    O público ainda pode acompanhar a série "Era uma vez a Amazônia", de Jaider Esbell, que evidencia o empobrecimento das condições de vida dos povos originários da Amazônia e o futuro incerto desta terra, vivida por gerações com respeito ao ecossistema.
    A mostra ainda recorda o fim da escravidão no país sul-americano e até as imigrações em massa da Itália, Líbano, Japão e Alemanha.
    O objetivo do evento, que permanecerá aberto até 30 de setembro, é apresentar o Brasil como uma terra fértil de ideias e revoluções artísticas, que soube construir uma identidade baseada na valorização do multiculturalismo e na fusão de múltiplas linguagens.
    "No ano em que o Brasil é protagonista de importantes eventos internacionais ligados à arte contemporânea, o museu enriquece sua programação com um olhar rigoroso e amplo sobre a produção artística recente de uma nação que engloba diferentes almas culturais. Aprendemos com o Brasil que a convivência entre diferentes línguas cria um entrelaçamento denso e muito rico", analisou Eva Fabbris, diretora da Madre.
   

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