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ONU cobra fim do 'sofrimento' da população no oeste da Síria

ONU cobra fim do 'sofrimento' da população no oeste da Síria

ONG afirmou que mais de 1,2 mil civis alauítas foram mortos

ROMA, 11 de março de 2025, 13:01

Redação ANSA

ANSACheck
ONG apontou que mais de 1,2 mil civis alauítas foram mortos © ANSA/AFP

ONG apontou que mais de 1,2 mil civis alauítas foram mortos © ANSA/AFP

A Organização das Nações Unidas (ONU) cobrou o fim do "sofrimento" das pessoas na região oeste da Síria, onde mais de mil civis alauítas foram mortos nos últimos dias em ataques cometidos por forças de segurança e grupos ligados ao novo governo do país, segundo denúncia do Observatório Sírio para os Direitos Humanos.


    "As pessoas nas áreas costeiras da Síria continuam a sofrer e isso deve parar", disse Thameen Al-Kheetan, porta-voz do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), em uma reunião regular da ONU em Genebra.


    A entidade documentou até o momento o assassinato de 111 civis na área, mas informou que o processo de verificação está em andamento e que o número real de mortos pode ser significativamente maior.
    O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, por sua vez, declarou que a quantidade de alauítas mortos no território, incluindo mulheres e crianças, aumentou para ao menos 1.225.
    Os óbitos, segundo a ONG, aconteceram em quase 50 locais diferentes nas regiões costeiras de Latakia e Tartus e no interior entre Hama e Homs.
    Em meio aos ataques contra civis alauítas e após o histórico acordo com as Forças Democráticas Sírias (SDF), dominadas pelos curdos, os novos líderes da Síria também fecharam um pacto com as autoridades drusas na região sudoeste de Suwayda.
    De acordo com a mídia local, os serviços de segurança drusos serão vinculados ao Ministério do Interior sírio. O compromisso também estipula que o governo nomeará um governador e um chefe de polícia que não precisam ser de Suwayda.
   

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