/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Temperatura dos oceanos bate novo recorde em 2022

Já são sete anos seguidos de crescimento

ROMA, 11 janeiro 2023, 13:46

Redação ANSA

ANSACheck

Alta nas temperaturas dos oceanos também provocam aumento de salinidade © ANSA/EPA

(ANSA) - O aquecimento dos oceanos em todo mundo voltou a bater um recorde pelo sétimo ano consecutivo em 2022, informaram pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências nesta quarta-feira (11).

O estudo do grupo, que monitora as temperaturas desde 1950, foi publicado na revista "Advances in Atmospheric Science", e conta também com apoio de outras entidades interacionais, como o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV) e da Agência para Novas Tecnologias, Energia e Desenvolvimento Econômico Sustentável (Enea), ambas da Itália, e da Administração Nacional para Oceanos e Atmosfera (Noaa), dos Estados Unidos.

Segundo os resultados de 2022, a quantidade de calor aumentou 10 zettajoules - ou seja, 1 joule (unidade de medida de calor) seguida por 22 zeros - especialmente nos dois primeiros mil metros de profundidade.

Para efeito de comparação, 10 zettajoules de calor podem manter em ebulição 700 milhões de chaleiras de 1,5 litro por um ano inteiro.

Além do calor em si já afetar toda a vida marinha, ele ainda provoca um efeito de alta na salinidade, o que causa um efeito de estratificação na água. Assim, as camadas não se misturam facilmente e levam a problemas na troca de calor, carbono e oxigênio com a atmosfera.

Com isso, os especialistas apontam que há fortes preocupações sobre os efeitos do problema não apenas sobre a vida nos ecossistemas marinhos, mas também na dos humanos e nos ecossistemas terrestres, já que são os oceanos os que mais absorvem o aquecimento provocado pelas atividades das pessoas.

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Ou use