/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Ação de cientistas italianos busca ajudar cetáceos no México

Grupo tenta diminuir efeito dos plásticos no Golfo da Califórnia

CIDADE DO MÉXICO, 31 janeiro 2023, 07:53

Redação ANSA

ANSACheck

Baleias e golfinhos são considerados os 'grandes filtradores marinhos ' - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - Um grupo de cientistas italianos está auxiliando as baleias do mar de Cortez, no México, para tentar diminuir o efeito dos plásticos na região, conhecida como "o aquário do mundo".

Ao lado de especialistas mexicanos e adotando os mesmos métodos usados no Mediterrâneo, os cientistas medem o impacto dos plásticos, especialmente dos microplásticos, em baleias e golfinhos, considerados os "grandes filtradores marinhos".

Cristina Fossi, da Universidade de Siena, e Giuseppe Notarbartolo, ecologista especializado em conservação marinha, são alguns dos principais nomes envolvidos no projeto. O processo ocorre em colaboração com o mexicano Jorge Urban, da Universidade Autônoma de Baja California Sur.

"É difícil, mas temos que manter viva a esperança e lutar", disse Notarbartolo em entrevista à ANSA, acrescentando que existem muitas coisas que podem ser feitas.

O italiano também afirmou que é preciso "ensinar os jovens a serem mais críticos" e passar a questionar o que eles "leem na internet". Por fim, o cientista mencionou a necessidade da imprensa em fornecer informações corretas sobre o assunto.

No Mar de Cortez, também conhecido como Golfo da Califórnia, vivem cerca de 93 espécies diferentes de cetáceos.
   

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Ou use