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Superexplosão cósmica gera elementos necessários à vida

Estudo teve colaboração de instituições e cientistas italianos

ROMA, 26 outubro 2023, 11:39

Redação ANSA

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Nebulosa Carina vista pelo James Webb (arquivo) - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - A criação de elementos químicos raros necessários para a vida como conhecemos foi observada em uma explosão cósmica gigantesca: a fusão de duas estrelas de nêutrons, a fase final da vida de estrelas muito massivas, que gerou a segunda explosão de raios gama mais intensa já registrada, um milhão de vezes mais brilhante do que a Via Láctea inteira.

A descoberta, publicada na revista Nature e liderada pela holandesa Radboud University, , foi possível graças a uma série de telescópios espaciais e terrestres, como o Telescópio Espacial James Webb da Nasa, a Agência Espacial Europeia e a Agência Espacial Canadense, bem como o Telescópio Espacial Fermi da Nasa e da Agência Espacial Italiana, além de contribuições da França, Japão e Suécia.

Os lampejos de raios gama provêm de poderosos jatos que viajam quase à velocidade da luz e podem durar de alguns milissegundos a dezenas de minutos.

O lampejo observado pelos pesquisadores, liderados por Andrew Levan, chamado GRB 230307A, durou cerca de 200 segundos, o que é incomum, uma vez que lampejos tão longos são geralmente produzidos pela morte explosiva de uma estrela massiva, e não pela fusão de duas estrelas de nêutrons.

Os pesquisadores, ao observarem a explosão cósmica conhecida como kilonova, encontraram telúrio, um elemento químico pesado e raro usado principalmente em ligas com outros metais; iodo, que desempenha um papel no metabolismo dos seres vivos; e tório, um metal fracamente radioativo usado, por exemplo, em eletrodos e instrumentos científicos.

"As kilonovas são extremamente raras e muito difíceis de observar e estudar, e é por isso que essa descoberta é tão emocionante", explicou Ben Gompertz, da Universidade de Birmingham, coautor do estudo.

Na Itália, colaboraram seis grupos de pesquisa ligados ao Instituto Nacional de Astrofísica, ao Instituto Nacional de Física Nuclear e a Universidade de Ferrara.

Além dos elementos essenciais para a vida, a explosão também revelou vestígios de metais pesados, como ouro e platina, que puderam ser identificados graças à visão no infravermelho do telescópio Webb, que analisou a composição da explosão causada pela colisão de duas estrelas de nêutrons.
   

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