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Estudo italiano cria braço robótico movido pela respiração

Resultado pode levar a terapias para pessoas com deficiência

ROMA, 15 dezembro 2023, 15:45

Redação ANSA

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Estudo mostra que somos capazes de gerenciar 'braço extra ' (Foto: Alain Herzog / Epfl) - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - Um estudo conduzido entre a Itália e a Suíça desenvolveu o primeiro braço robótico controlado pela respiração, mais precisamente pelos movimentos do diafragma durante a respiração, sem interferir no controle do restante do corpo.

O resultado, que desafia os limites do cérebro humano, é fruto de um experimento que demonstrou que o sistema nervoso de indivíduos saudáveis é capaz de aceitar um terceiro braço robótico e aprender a controlá-lo de maneira intuitiva, permitindo explorar novas formas de entender o funcionamento do cérebro.

O estudo foi publicado na revista Science Robotics por um grupo de pesquisadores liderado pelo Politécnico Federal Suíço de Lausanne, com a contribuição da Escola Superior Sant'Anna de Pisa.

"A motivação principal deste estudo é a compreensão do sistema nervoso: desafiando o cérebro a fazer algo completamente novo, podemos aprender a entender se ele é capaz", observou Silvestro Micera, coordenador do estudo.

O experimento começou em um ambiente virtual, em que os participantes usavam uma cinta que media o movimento do diafragma e um fone de ouvido para realidade virtual, que permitia visualizar o terceiro braço à frente entre o direito e o esquerdo, com uma mão simétrica de seis dedos.

"Fizemos essa mão simétrica para evitar qualquer viés em relação à mão direita ou esquerda. O controle do terceiro braço por meio do diafragma é, na verdade, muito intuitivo, e os participantes aprenderam a controlar o membro adicional muito rapidamente", acrescentou.

"Além disso, nossa estratégia de controle é intrinsecamente independente dos membros biológicos e não afeta a capacidade do usuário de controlar o próprio corpo", disse.

O teste foi então realizado no mundo real, onde as pessoas demonstraram ser capazes de usar uma versão simplificada de um braço robótico, composto por uma haste que podia ser estendida e encurtada: neste caso, a contração do diafragma correspondia ao alongamento da haste.

A estratégia pode, um dia, ajudar a desenvolver protocolos de reabilitação para pessoas com deficiências motoras. "Nosso próximo passo será agora explorar o uso de dispositivos robóticos mais complexos somente então seremos capazes de entender o verdadeiro potencial deste estudo", concluiu o coordenador.
   

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