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Cineasta Liliana Cavani volta à ativa com filme sobre o tempo

Diretora italiana completa 90 anos em 12 de janeiro

ROMA, 04 janeiro 2023, 14:29

Redação ANSA

ANSACheck

Liliana Cavani é uma das cineastas mais longevas da Itália - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - A cineasta italiana Liliana Cavani, que completa 90 anos de idade no próximo dia 12 de janeiro, se prepara para finalizar seu novo filme, "A ordem do tempo", inspirado em um livro homônimo do físico teórico Carlo Rovelli.

O longa retrata a história de um grupo de amigos de longa data que, durante uma festa de aniversário à beira-mar, descobre que o mundo pode acabar em questão de poucas horas.

"A ordem do tempo" é um livro de divulgação científica no qual Rovelli questiona, a partir de sua experiência no campo da física teórica, as ideias pré-estabelecidas da humanidade sobre o tempo, que não poderia ser visto como algo que corre de maneira perene e uniforme sempre na mesma direção.

"Quis tanto fazer isso, e sou grata à produção, que assumiu essa responsabilidade. O livro de partida, do cientista-escritor Carlo Rovelli, me interessava muito, e também tive atores fantásticos, como Alessandro Gassmann, Claudia Gerini, Edoardo Leo, Kseniya Rappoport e Valentina Cervi. O set foi um prazer imenso", diz Cavani em entrevista à ANSA.

Conhecida pelo controverso filme "O Porteiro da Noite" (1974), que relata a relação sadomasoquista entre um ex-oficial de um campo de concentração nazista e uma de suas prisioneiras, Cavani é fruto de uma grande geração de cineastas que emergiu na década de 1970, como Bernardo Bertolucci, Pier Paolo Pasolini e Marco Bellocchio, todos eles seus amigos.

"Eu vivo no set, assim me sinto em casa. O set de cinema, mas também de teatro, de ópera, de TV, jamais me cansa, o trabalho me fortifica", acrescenta a cineasta, que diz sempre ter encontrado dificuldades para obter financiamentos para seus filmes.

"Se uma mulher faz um filme e erra, é difícil que tenha outra chance, mas agora o clima parece ter mudado um pouco, as cineastas são cada vez mais numerosas", afirma. (ANSA)

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