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González rechaça pedir asilo em embaixada em Caracas

González rechaça pedir asilo em embaixada em Caracas

Candidato de oposição garantiu que continuará na Venezuela

ROMA, 03 de setembro de 2024, 14:36

Redação ANSA

ANSACheck
Edmundo González Urrutia com a líder de oposição María Corina Machado © ANSA/AFP

Edmundo González Urrutia com a líder de oposição María Corina Machado © ANSA/AFP

José Vicente Haro, advogado do candidato de oposição a presidente da Venezuela, Edmundo González, garantiu nesta terça-feira (3) que seu cliente não considera pedir asilo político em alguma embaixada em Caracas pois quer "estar ao lado do povo".
    "Esse cenário não está proposto porque o senhor Edmundo González, em uma decisão muito pessoal, corajosa e admirável, decidiu permanecer em resguardo, mas em território venezuelano", assegurou Haro à Rádio W, da Colômbia.
    O advogado disse que o opositor permanecerá "de casa em casa" para "proteger sua segurança e sua vida", evitando que o governo de Nicolás Maduro o prenda.
    A Justiça venezuelana ordenou a prisão de González pelos crimes de usurpação de funções, falsificação de documento público, instigação à desobediência de leis e conspiração.
    O caso diz respeito à publicação de atas das eleições de 28 de julho no site criado pela coalizão opositora Plataforma Unitária Democrática (PUD).
    Para Haro, as acusações carecem de respaldo jurídico porque o candidato da oposição só atuou como "ator político" no pleito presidencial.
   

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