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'2024 será complexo devido a G7 e eleições europeias', diz Meloni

ROMA, 04 janeiro 2024, 12:52

Redação ANSA

ANSACheck

MELONI D� LE CARTE, 'DECIDO IO E NON ACCETTO RICATTI ' - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, deu sua tradicional coletiva de imprensa de fim de ano nesta quinta-feira (4) e reforçou que o ano de 2024 será "muito complexo para todos", principalmente por causa de uma agenda que inclui a presidência italiana do G7 e as eleições europeias.

O pronunciamento ocorre após a premiê italiana ter adiado a coletiva por duas vezes em dezembro passado por conta de seu estado de saúde.

"Devo pedir desculpas por ter adiado esta coletiva de imprensa duas vezes por motivos de saúde. Lamento que isso tenha gerado polêmica, mas não houve intenção de fugir das perguntas dos jornalistas", declarou ela.

Meloni desejou um "Feliz Ano Novo para um ano que será muito complexo para todos", tendo em vista que "há muitos prazos importantes, as eleições europeias, a presidência italiana do G7".

No entanto, garantiu que ainda não decidiu se vai concorrer às eleições europeias, mas afirmou que tem que "compreender" se sua "possível candidatura" tiraria tempo do seu trabalho como primeira-ministra.

"Penso que é uma decisão que deve ser tomada em conjunto com os outros líderes da maioria", acrescentou ela, explicando que "não estaria disposta a criar uma maioria estável no Parlamento com a esquerda".

Durante a coletiva, Meloni também comentou sobre a decisão de seu governo de rejeitar a ratificação da reforma do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM), instrumento da União Europeia para ajudar países em crise na zona do euro.

Para ela, a atitude deve ser considerada como "uma oportunidade para torna-lo mais eficaz". "O ESM é um instrumento que existe há muito tempo e penso que a reação dos mercados [à decisão de não ratificar o tratado ] reflete uma consciência do fato de que é obsoleto".

Em dezembro passado, a Câmara dos Deputados da Itália rejeitou a ratificação da reforma do mecanismo, o único Estado-membro, impedindo sua entrada em vigor. O governo italiano sempre argumentou que o instrumento comprometia a "soberania" dos Estados-membros da UE.

Impostos

Na tradicional coletiva, Meloni também reforçou que entre aumentar impostos ou cortar gastos públicos, ela prefere cortar gastos públicos, apesar de achar "que podemos fazer um trabalho ainda mais preciso".

"O meu objetivo é confirmar as medidas que temos realizado, se conseguir melhorá-las, iremos avaliar durante o ano. Não sou a favor de aumentar impostos, este ano eu os diminui cortando gastos públicos", explicou.

Ela ainda disse que não sabe qual será a evolução econômica em 2024, mas o crescimento estimado - que são bons dados - é superior à média da União Europeia.

"Confio que ao longo deste ano possamos ser razoáveis e imaginar uma queda das taxas de juro, o que libertaria vários recursos que temos para pagar a dívida pública", concluiu.
   

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