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Meloni sai em defesa da polícia após confronto com jovens

Uso de cassetetes contra adolescentes gerou polêmica no país

ROMA, 29 fevereiro 2024, 12:14

Redação ANSA

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Protesto de estudantes contra repressão a ato pró-Palestina em Pisa - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - A premiê da Itália, Giorgia Meloni, saiu em defesa da polícia em meio às polêmicas por conta da repressão a uma manifestação de estudantes pró-Palestina em Pisa.

Em entrevista a uma TV local, a primeira-ministra alertou que pode ser "muito perigoso retirar o apoio das instituições a quem arrisca sua incolumidade todos os dias para garantir a nossa".

"É um jogo que pode se tornar muito perigoso", reforçou Meloni, acrescentando que "não se pode falar das forças de ordem apenas quando algo não funciona".

O pronunciamento da premiê chega seis dias depois de estudantes adolescentes terem sido reprimidos com cassetetes em um protesto em prol da Palestina em Pisa, na Toscana.

O caso provocou até uma manifestação do presidente da República, Sergio Mattarella, que disse ao ministro do Interior, Matteo Piantedosi, que a "autoridade" da polícia "não é medida por cassetetes" e que a repressão contra jovens é uma "demonstração de fracasso".

Na mesma entrevista, Meloni destacou que "quem errou" deve ser punido de acordo com a lei, mas agradeceu às forças de ordem "pelo trabalho precioso que fazem todos os dias".

Piantedosi, por sua vez, participou de uma audiência sobre o caso na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (29) e admitiu que o "contato físico" entre menores de idade e a polícia é uma "derrota", porém acusou a manifestação de Pisa de agir em "total violação da lei".

"Não foi apresentado nenhum pré-aviso à delegacia, que tentou várias vezes, sem sucesso, contatar os organizadores para obter informações", declarou. Além disso, o ministro apontou um "clima de crescente agressividade contra as forças de ordem".

Em Turim, na última quarta (28), manifestantes atacaram uma viatura para tentar libertar um imigrante irregular que era transportado para extradição, gerando indignação na classe política. O próprio Mattarella telefonou para o chefe da Polícia para expressar solidariedade aos agentes atacados. (ANSA)

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