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Após causar crise, Conte condiciona apoio a Draghi

Após causar crise, Conte condiciona apoio a Draghi

ROMA, 18 julho 2022, 18:29

Redação ANSA

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Após causar crise, Conte condiciona apoio a Draghi - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

O líder do Movimento 5 Estrelas (M5S), Giuseppe Conte, concluiu nesta segunda-feira (18) a cúpula com grupos parlamentares do partido antissistema sobre a crise no governo italiano e disse que a decisão para continuar na coalizão de união nacional cabe ao primeiro-ministro Mario Draghi.

O ex-premiê italiano voltou a cobrar que as exigências do M5S apresentadas a Draghi, entre elas a manutenção da renda de cidadania, espécie de bolsa família da Itália, o fim do envio de ajudas militares à Ucrânia, a instituição do salário mínimo e a redução da carga tributária, sejam atendidas para a sigla não abandonar o governo.

"Posso resumir que a grande maioria dos discursos captou a força e consistência de nossa posição. Agora a decisão não depende de nós, mas sim do premiê Draghi", declarou Conte.

Para o líder do M5S, "o país está em uma situação verdadeiramente dramática" e, "diante disso, a atitude de responsabilidade nos obriga a pedir a Draghi que as prioridades que indicamos sejam colocadas na agenda do governo".

Principal causador da crise que colocou em xeque a liderança de Draghi, a legenda está dividida entre os que querem deixar a coalizão atual e os que pedem para manter a confiança no ex-presidente do Banco Central Europeu.

"Respeito algumas opiniões divergentes expressas internamente, apesar de uma linha clara apoiada pela grande maioria dos colegas", disse ele, acrescentando que "sente muito" se algum dos membros quiser deixar o M5S por não conseguir "compartilhar um caminho tão participativo".

Além disso, Conte comentou a decisão dos partidos ultranacionalista Liga, de Matteo Salvini, e do conservador Força Itália, de Silvio Berlusconi, de descartarem um governo com o M5S.

"Draghi também terá que resolver um problema sério: ele não pode escapar do fato de que nestes dias ainda somos insultados, somos atacados por forças políticas que estariam conosco em maioria", concluiu.
   

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