/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Homofobia é um 'flagelo insuportável', diz presidente da Itália

Homofobia é um 'flagelo insuportável', diz presidente da Itália

Sergio Mattarella pediu para que intolerância seja condenada

ROMA, 17 maio 2023, 08:37

Redação ANSA

ANSACheck

Mattarella dedicou uma mensagem por ocasião do Dia Internacional Contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - O presidente da Itália, Sergio Mattarella, afirmou nesta quarta-feira (17) que a homofobia e a transfobia são "flagelos sociais insuportáveis".

O mandatário dedicou uma mensagem em suas redes sociais por ocasião do Dia Internacional Contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, celebrado hoje.

"Homofobia, bifobia e transfobia constituem um flagelo social insuportável que ainda está presente e é causa de discriminação e violência inaceitáveis", disse o presidente italiano.

Mattarella ainda pediu a "condenação unânime" de todas as manifestações de intolerância.

"Cabe às instituições desenvolver estratégias eficazes de prevenção que eduquem no respeito à diversidade e ao outro", concluiu.

Já a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pediu que as pessoas da comunidade LGBTQIA+ se orgulhem de quem são. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertou que os ataques continuam acontecendo em "todos os cantos do mundo".

"As pessoas LGBTQIA+ continuam a sofrer violência, perseguição, discurso de ódio, injustiça e até mesmo assassinato. Todo ataque contra a comunidade é um ataque aos direitos humanos e aos valores que prezamos", escreveu Guterres.

Um relatório elaborado pela Arcigay, principal ONG de defesa da comunidade LGBTQIA+ na Itália, apontou que pelo menos 133 "histórias de ódio" aconteceram no país em 2022, entre elas três homicídios e três suicídios.
   

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Veja também

Ou use