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Falta proteção a áreas com plantas usadas pelo homem, diz estudo

Espécies raras estão em áreas sem conservação do Globo

TURIM, 19 janeiro 2024, 17:47

Redação ANSA

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Vista aérea da Amazônia - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - A maior concentração de plantas usadas pelo ser humano vive nos trópicos, em “hotspots bioculturais” que deveriam ser áreas prioritárias para ações de conservação, mas que, hoje, estão em grande parte desprotegidas.

A conclusão é de um estudo publicado nesta sexta-feira (19) na revista Science dal World Conservation Monitoring Centre que teve a colaboração da Universidade de Turim.

O grupo analisou a distribuição de 35.687 espécies de plantas com usos documentados pelo homem, que cobrem 10 categorias, entre as quase comida e forragem, materiais, combustíveis e medicinais.

A análise usou mais de 11 milhões de observações de espécies vegetais registradas por botânicos do mundo todo e algoritmos de processamento para prever a distribuição geográfica das espécies usadas e sua raridade.

A pesquisa identificou a América Central, os Andes tropicais, o Golfo da Guiné, a África meridional, o Himalaia, o Sudeste Asiático e a Nova Guiné como centros excepcionais de espécies raras e com alta diversidade de plantas usadas pelo ser humano.

Apesar de a rede global de áreas protegidas cobrir 16% das terras e águas interiores do planeta, os modelos mostram que há uma maior probabilidade de que as plantas utilizadas pelo ser humano - especialmente as espécies raras - estejam fora das áreas protegidas.

Embora os governos ao redor do mundo tenham se comprometido a proteger 30% da Terra até 2030, ainda existem dúvidas sobre como as novas áreas protegidas podem garantir a conservação de longo prazo da diversidade vegetal e de suas contribuições para as pessoas.

 
   

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