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Itália condena mandado de prisão contra González na Venezuela

Itália condena mandado de prisão contra González na Venezuela

Governo convocou encarregada venezuelana para discutir crise

ROMA, 03 de setembro de 2024, 15:04

Redação ANSA

ANSACheck
Venezuela emitiu ordem de prisão contra opositor © ANSA/AFP

Venezuela emitiu ordem de prisão contra opositor © ANSA/AFP

O governo italiano condenou nesta terça-feira (3) a ordem de prisão contra o candidato de oposição a presidente da Venezuela, Edmundo González Urrutia, durante reunião com a encarregada pelas Relações Exteriores do país liderado por Nicolás Maduro.
    A representante do governo venezuelano foi convocada na Farnesina, em Roma, a pedido do vice-premiê e chanceler italiano, Antonio Tajani, para receber também uma "mensagem forte" sobre a transparência do voto das eleições de 28 de julho.
    Segundo comunicado oficial, a reunião confirmou a forte preocupação com que o ministro, o governo e as forças parlamentares italianas continuam a acompanhar a crise resultante das eleições, reiterando o pedido de publicação dos documentos eleitorais e a sua imediata verificação independente.
    Além disso, a Itália condenou veementemente a notícia do mandado de prisão contra Edmundo Gonzalez Urrutia, candidato da oposição à presidência. "Na Venezuela há uma tentativa de sufocar a liberdade", destacou Tajani, enfatizando a necessidade absoluta de respeitar o voto democrático, violado pelas inúmeras manipulações registradas por observadores eleitorais independentes.
    Durante o encontro, o vice-premiê italiano reiterou ainda o pedido de libertação dos presos políticos, principalmente dos que possuem cidadania italiana, e confirmou a viva expectativa de proteção e a garantia de acesso consular.
    Para ele, "as autoridades venezuelanas devem tornar públicos os resultados eleitorais", porque o povo do país "tem o direito de decidir livremente o próprio destino".
    Logo depois das eleições, Tajani criou uma "força-tarefa" permanente na Farnesina para acompanhar os acontecimentos na Venezuela.
    "Desde os primeiros momentos denunciamos as medidas de detenção adotadas contra cidadãos venezuelanos, incluindo muitos ítalo-venezuelanos, e a forte preocupação com as limitações à liberdade de imprensa em curso no país, reivindicando o direito à informação para a população venezuelana e para os jornalistas locais, italianos e internacionais atualmente no país", conclui a nota.
   

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