/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Partido de Salvini acusa Alemanha de apoiar invasão de migrantes

Partido de Salvini acusa Alemanha de apoiar invasão de migrantes

Político da Liga comparou financiamento de ONGs à 2ª Guerra

ROMA, 26 setembro 2023, 13:21

Redação ANSA

ANSACheck

Alemanha vai financiar ONGs de salvamento de migrantes - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - O vice-secretário do partido italiano Liga, Andrea Crippa, fez acusações contra a Alemanha nesta terça-feira (26), afirmando que o país financia a crise migratória pela qual passa a Itália.

"Estão tentando desestabilizar o governo através do financiamento de ONGs para nos lotar de [migrantes] clandestinos e derrubar o consenso da centro-direita na Itália", declarou a Affaritaliani.it.

Ele ainda fez referência à Segunda Guerra Mundial: "Há 80 anos o governo alemão decidiu invadir os países com o Exército, mas acabou mal. Agora financiam a invasão dos clandestinos para desestabilizar os governos dos quais os social-democratas não gostam".

"É evidente que o governo alemão não quer que a centro-direita governe na Itália. Fazem de tudo para colocar o governo italiano em dificuldade, na esperança de fazê-lo cair", concluiu.

A Liga é um dos partidos da base do governo da premiê da Itália, Giorgia Meloni. As declarações imediatamente repercutiram mal, especialmente entre políticos de oposição.

O deputado e fundador da sigla europeísta +Europa, Benedetto della Vedova, criticou: "O vice-secretário da Liga de [Matteo] Salvini escolheu o dia em que o presidente da Alemanha [Frank-Walter Steinmeier] estava na Itália, para fazer tributo a Giorgio Napolitano, para uma sóbria equiparação entre o nazismo e o financiamento de ONGs que operam no Mediterrâneo por Berlim".

"Crippa deveria saber que na Alemanha vivem e chegam mais migrantes que na Itália, mas não é esse o ponto: a base do governo novamente inventa um inimigo imaginário para atribuir as próprias dificuldades internas. Mas esse ataque violento e sem sentido por parte da cúpula do segundo partido do governo à Alemanha enfraquece unicamente a Itália", concluiu.

O secretário da mesma sigla, Riccardo Magi, classificou a declaração de Crippa como "além do limite do delírio".

O co-porta-voz nacional da Europa Verde e deputado da Aliança Verde e Esquerda (AVS), Angelo Bonelli, disse: "Alguém lembre a Crippa que a Itália também estava invadindo aqueles países, então aliada da Alemanha. E que hoje seu partido é aliado e governa com os netos de [Benito] Mussolini".

Na segunda-feira (26), Meloni enviou uma carta ao chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, para protestar contra a decisão de Berlim de financiar uma ONG que realiza operações de resgate no Mediterrâneo.

Cerca de 790 mil euros (R$ 4,15 milhões) serão repassados pelo governo alemão para a entidade humanitária SOS Humanity, no âmbito de um programa de 2 milhões de euros (R$ 10,5 milhões) que também apoiará projetos de acolhimento a deslocados internacionais na Itália.

A iniciativa provocou incômodo no governo Meloni, que acusa as ONGs do Mediterrâneo de agirem como "fator de atração" para migrantes e refugiados, embora elas sejam responsáveis por menos de 10% dos deslocados internacionais que chegam ao país por via marítima.

O governo italiano já instituiu no início do ano um decreto que limitou as atividades de ONGs do Mediterrâneo, que agora só podem realizar um resgate por missão e frequentemente são orientadas a levar os náufragos para portos distantes, reduzindo seu tempo nas áreas mais críticas.

Mesmo assim assim, o número de chegadas à Itália segue em alta e já totaliza 133 mil em 2023, quase o dobro do mesmo período do ano passado.
   

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Veja também

Ou use