Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Acordo para centros de migrantes na Albânia repercute na Itália

Proposta gerou controvérsia na oposição e na União Europeia

ROMA, 08 novembro 2023, 16:52

Redação ANSA

ANSACheck

Acordo só se aplicará a resgatados por órgãos oficiais italianos no Mediterrâneo - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - O acordo firmado entre os primeiros-ministros da Itália, Giorgia Meloni, e da Albânia, Edi Rama, para construir centros de acolhimento de migrantes no país balcânico causou polêmica na política italiana e na União Europeia.

Na segunda-feira (6) os dois líderes anunciaram o plano, que prevê a instalação de dois centros para migrantes na Albânia que possam abrigar até três mil pessoas. O movimento atual poderia chegar a 36 mil pessoas.

O protocolo de entendimento não abrange os imigrantes que chegam às costas e territórios italianos, apenas os salvos no Mediterrâneo por embarcações italianas da Marinha e Guarda de Finanças, e não de ONGs.

A medida foi atacada pela oposição ao governo Meloni, especialmente depois que o ministro das Relações com o Parlamento, Luca Ciriani, confirmou que o projeto não passará pelo Parlamento.

"É inaceitável. Não farão porque sabem que viola o 10º artigo da Constituição, segundo o qual o asilo deve ser solicitado no território da República", disse Elly Schlein, líder do Partido Democrático (PD).

O presidente da Conferência Episcopal Italiana (CEI), cardeal Matteo Zuppi, disse que a decisão é "uma admissão de incapacidade": "Não é possível entender por que o acolhimento não melhora aqui".

Na União Europeia, a atriz australiana e embaixadora da Agência da ONU para Refugiados (Acnur), Cate Blanchett, foi ao Parlamento Europeu dizer que a gestão é uma "política ineficaz e desumana". Aliados de Meloni, porém, diminuíram o posicionamento, classificando-o como uma "aulinha da atriz bilionária de Hollywood".
   

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Veja também

Ou use

Último momento

404 Not Found

404 Not Found


nginx