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Egito concede graça a pesquisador de universidade italiana

Egito concede graça a pesquisador de universidade italiana

Patrick Zaki havia sido condenado a três anos de prisão

CAIRO, 19 julho 2023, 14:33

Redação ANSA

ANSACheck

Protesto em homenagem a Patrick Zaki em Bolonha, na Itália - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

(ANSA) - Um dia após ter sido condenado a três anos de prisão, Patrick Zaki, pesquisador egípcio da Universidade de Bolonha, na Itália, recebeu nesta quarta-feira (19) a graça do presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi.

Com isso, Zaki não precisará mais cumprir os 14 meses de reclusão remanescentes de sua pena, uma vez que ele já havia passado um ano e 10 meses detido de forma preventiva no país africano.

"O presidente Abdel Fattah al-Sisi usa seus poderes constitucionais e emite um decreto que concede a graça a um grupo de pessoas contra as quais foram pronunciadas sentenças judiciais, incluindo Patrick Zaki, em resposta ao apelo do Conselho de Secretários de Diálogo Nacional e das forças políticas", disse o governo egípcio.

A notícia foi recebida por uma salva de palmas no Senado da Itália e comemorada pelo prefeito de Bolonha, Matteo Lepore. "É uma grande alegria para Bolonha, espero que isso signifique abraçá-lo em breve e revê-lo na cidade", disse.

Já a ONG Anistia Internacional afirmou que este é um "dia de felicidade". "Esperamos que também seja abolida a proibição de viagem", declarou Riccardo Noury, porta-voz da entidade na Itália.

Zaki havia sido condenado pelo Tribunal de Mansura na última terça-feira (18), em um processo acompanhado de perto pela diplomacia italiana e por organizações de direitos humanos.

O egípcio era acusado em seu país de publicar "notícias falsas" para "perturbar a paz social" e de ter "incitado protestos contra as autoridades públicas". Recentemente, Zaki se tornou doutor em estudos de gênero com nota máxima na Universidade de Bolonha, defendendo sua tese por videoconferência.

O caso ganhou bastante destaque na Itália também por remeter à morte de Giulio Regeni, pesquisador italiano sequestrado, torturado e assassinado no Cairo em janeiro de 2016.

Regeni frequentava sindicatos clandestinos e contrários ao regime Sisi, o que levantou a hipótese de crime político. O Ministério Público de Roma já denunciou quatro agentes dos serviços secretos do Egito pela morte do pesquisador, mas o processo está parado porque os acusados não foram encontrados para receber a notificação.

Meloni

A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, desejou "serenidade" e "sucesso" para Zaki em um vídeo. A chefe de governo também informou que o estudante estará amanhã (20) no país europeu.
   

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