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Itália tem 'sprint' final para formação de governo

Itália tem 'sprint' final para formação de governo

Futura premiê Meloni define últimos detalhes com aliados

ROMA, 15 outubro 2022, 14:36

Redação ANSA

ANSACheck

Montagem com os rostos dos cotados para ocupar posto no governo Meloni - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Superados os obstáculos para definir os presidentes da Câmara e do Senado, a futura premiê da Itália, Giorgia Meloni, quer acelerar as negociações para a formação do novo governo, cuja posse está prevista ainda para este mês.

"Não há tempo a perder, a Itália precisa de um governo que trabalhe rapidamente", diz Meloni insistentemente. Uma certeza parece ser Giancarlo Giorgetti, aliado próximo de Matteo Salvini e expoente do partido de ultradireita Liga, no Ministério da Economia.

Já Antonio Tajani, coordenador nacional do partido conservador Força Itália (FI), é o mais cotado para o Ministério das Relações Exteriores, onde daria um tom pró-Europa no comando da diplomacia italiana - Tajani já presidiu o Parlamento da União Europeia.

No entanto, Meloni não esquece o boicote do FI e de seu líder, Silvio Berlusconi, à eleição de Ignazio La Russa como presidente do Senado. A relação entre a futura e o ex-premiê piorou nos últimos dias, inclusive com acusações de "arrogância" por parte de Berlusconi.

Acredita-se que o FI possa perder espaço no futuro governo, em benefício da Liga, de Salvini. Já o Irmãos da Itália (FdI), partido de Meloni, deve ficar com os ministérios da Defesa (Adolfo Urso) e do Desenvolvimento Econômico (Guido Crosetto).

A Liga, graças ao eixo reforçado entre Salvini e Meloni, pode ficar com seis pastas, incluindo Economia (Giorgetti), Agricultura (Gian Marco Centinaio), Reformas (Roberto Calderoli) e Infraestrutura, que iria para o próprio ex-ministro do Interior. "Estou disponível, sei do que sou capaz", disse Salvini na última sexta (14).

O FI pode ficar com um número semelhante de ministérios, mas sem incluir senadores que lideraram o boicote a La Russa. Entre os cotados estão Anna Maria Bernini (Universidade), Paolo Zangrillo (Saúde) e Alberto Barachini (Cultura). (ANSA)

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