/ricerca/brasil/search.shtml?any=
Mostre menos

Se hai scelto di non accettare i cookie di profilazione e tracciamento, puoi aderire all’abbonamento "Consentless" a un costo molto accessibile, oppure scegliere un altro abbonamento per accedere ad ANSA.it.

Ti invitiamo a leggere le Condizioni Generali di Servizio, la Cookie Policy e l'Informativa Privacy.

Puoi leggere tutti i titoli di ANSA.it
e 10 contenuti ogni 30 giorni
a €16,99/anno

  • Servizio equivalente a quello accessibile prestando il consenso ai cookie di profilazione pubblicitaria e tracciamento
  • Durata annuale (senza rinnovo automatico)
  • Un pop-up ti avvertirà che hai raggiunto i contenuti consentiti in 30 giorni (potrai continuare a vedere tutti i titoli del sito, ma per aprire altri contenuti dovrai attendere il successivo periodo di 30 giorni)
  • Pubblicità presente ma non profilata o gestibile mediante il pannello delle preferenze
  • Iscrizione alle Newsletter tematiche curate dalle redazioni ANSA.


Per accedere senza limiti a tutti i contenuti di ANSA.it

Scegli il piano di abbonamento più adatto alle tue esigenze.

Chanceler brasileiro reage a críticas dos EUA sobre guerra

Vieira reforçou que país está em busca de paz

SÃO PAULO, 18 abril 2023, 12:13

Redação ANSA

ANSACheck

Críticas dos EUA vieram durante visita de Lavrov ao Brasil © ANSA/EPA

(ANSA) - O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, rejeitou as críticas do governo dos Estados Unidos sobre a política externa do país durante uma rápida conversa com jornalistas na noite desta segunda-feira (17).

A conversa ocorreu após o dia que seu homólogo russo, Sergei Lavrov, fez uma série de encontros de alto nível em Brasília.

Questionado sobre a fala do porta-voz do Conselho de Segurança Nacional e do Pentágono, John Kirby, de que Brasil estava "papagueando a propaganda russa e chinesa", Viera reagiu.

"De forma alguma eu concordo com isso, de forma alguma. Não sei como, não sei por que ele chegou a essa conclusão, mas não concordo", afirmou.

O chanceler ainda ressaltou que Brasil e Rússia têm relações diplomáticas "que completam 195 anos" em 2023 e que os dois países "têm histórias em comum".

Sobre a guerra na Ucrânia, a qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu declarações polêmicas durante as viagens à China e aos Emirados Árabes Unidos, o ministro reforçou que o governo brasileiro "quer promover a paz e está pronto para arregimentar um grupo de países" sobre isso.

Lula equiparou as responsabilidades da Ucrânia, que foi invadida, e da Rússia e ainda falou que o Ocidente deveria parar de mandar armas para Kiev.
   

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS © Copyright ANSA

Imperdíveis

Compartilhar

Veja também

Ou use