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Biden sobe tom com Netanyahu e cobra 'cessar-fogo imediato'

Democrata disse que morte de voluntários de ONG é 'inaceitável'

WASHINGTON, 04 abril 2024, 19:18

Redação ANSA

ANSACheck

A conversa entre os dois líderes durou menos de uma hora, mas foi o suficiente para o mandatário norte-americano ter aumentado o tom © ANSA/EPA

(ANSA) - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, conversou por telefone nesta quinta-feira (4) com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e cobrou a implementação de "medidas concretas" para proteger os civis e trabalhadores humanitários na Faixa de Gaza.

A conversa entre os dois líderes durou menos de uma hora, mas foi o suficiente para o mandatário norte-americano ter aumentado o tom e cobrado Netanyahu por mudanças na postura de Israel em relação ao conflito contra o grupo fundamentalista islâmico Hamas.

"Biden deixou clara a necessidade de Israel anunciar e implementar uma série de medidas específicas, concretas e mensuráveis para lidar com os danos civis, o sofrimento humanitário e a segurança dos trabalhadores humanitários. A política dos EUA em relação a Gaza será determinada pela nossa avaliação da ação imediata de Israel nestas medidas", explicou a Casa Branca em uma nota.

O comunicado ainda revelou que Biden disse ao premiê israelense que um cessar-fogo imediato no enclave palestino é "essencial para estabilizar e melhorar a situação humanitária e proteger civis inocentes".

Já em relação ao ataque aéreo de Israel em Gaza que matou sete voluntários da ONG World Central Kitchen (WCK), o presidente dos EUA afirmou que o episódio é "inaceitável".

Além das duras cobranças pelas ações das forças israelenses, Biden também conversou com Netanyahu sobre as "ameaças públicas iranianas". O democrata garantiu que Washington "apoia fortemente" Israel neste caso.

Por fim, o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, John Kirby, admitiu que o telefonema entre os dois líderes aconteceu em meio a uma "crescente frustração" do chefe de Estado norte-americano com o premiê.

Israel

O gabinete de guerra de Israel decidiu empreender “ações imediatas" para aumentar o fluxo de ajuda à população de Gaza através do porto de Ashdod e do ponto de passagem de Kerem Shalom.

Um comunicado afirmou que "esse aumento da assistência evitará uma crise humanitária e é essencial para garantir a continuidade dos combates e alcançar os objetivos da guerra".

Trump

O ex-presidente americano Donald Trump, candidato pelo Partido Republicano a voltar ao cargo, afirmou nesta quinta-feira que Israel “está perdendo a guerra de relações públicas”.

“Estão perdendo feio. Mas eles precisam terminar o que começaram, e precisam terminar rápido", disse o magnata.

Com histórico de boas relações com o premiê do país judeu, Benjamin Netanyahu, Trump classificou a decisão de liberar vídeos de ataques como “um erro”.

“Eles estão liberando os vídeos mais horríveis e terríveis dos prédios desabando. E as pessoas imaginam que há muitas pessoas nesses prédios e não gostam disso. Parem com isso e voltemos à paz e paremos de matar pessoas... Eles precisam fazer isso. Acabem com isso e acabem rápido, porque precisamos voltar à normalidade e à paz", disse Trump.

 
   

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